Perfume
Como o cheiro pode provocar em nós fortes reações emocionais, podemos concluir que o olfato é realmente poderoso. Nossa memória olfativa é a mais poderosa das memórias. Já experimentou a sensação de volta ao tempo ao sentir um aroma que há muito não sentia? Como o cheiro do café da fazenda, do orvalho, de alguma comida. É incrível como alguns cheiros estão associados à nossa memória, que, com uma simples lembrança, são capazes de resgatar sensações que nem lembrávamos mais.
Tipo de pele
Você já percebeu que nem sempre o perfume que ficou uma delícia na pele de sua amiga combina com você? É que cada pessoa possui também o “seu cheiro” especial e a fragrância do perfume precisa combinar com o cheiro da sua pele.
Criação
Naturalmente, ao lidar com tão precioso sentido, a criação de perfumes só poderia ser considerada uma arte, comparável à elaboração de uma pintura, uma música, uma poesia. É na música que reside a principal analogia com a linguagem da perfumaria moderna: cada aroma em si é chamado de “nota” e sua mistura de “acordes” ou “harmonia” de fragrâncias. Perfumes são sinfonias aromáticas, com acentos em notas particulares e a composição como um todo tem seu próprio ritmo olfativo. A diferença é que as notas musicais são objetivas, denominadas, traduzidas em sinais impressos.
Fixação
De qualquer modo, a força de um perfume depende, basicamente da concentração de fragrâncias e das matérias-primas utilizadas em sua concepção. O tempo de fixação de um perfume na pele depende, basicamente de três fatores: qualidade da essência, que é a alma do perfume, concentração de essência, ou quantidade de essência formulada em sua formulação e a masseração ou descanso do perfume que é o tempo necessário para que a essência e o álcool juntem-se a ponto de formar um único elemento, dando origem aos mais agradáveis aromas.