• Dimensão
Algumas pessoas não tiveram o alcance necessário sobre a decisão da desembargadora federal Consuelo Yoshida para o adiamento do pagamento das parcelas da dívida federalizada. A decisão não só alivia o caixa da prefeitura como mantém congelado o valor das parcelas, de cerca de R$ 700 mil/mês, até a decisão sobre a ação popular.
• Diferenças
Portanto, a diferença entre um calote e a decisão da desembargadora é que Bauru não pagará as parcelas nem juros e demais serviços da dívida, caso perca a causa lá na frente, o que, a essa altura, parece pouco provável. O secretário de Finanças, Edmundo Albuquerque, não só captou a amplitude da medida como antecipou que o governo vai pedir que a retenção, ainda em vigor, da receita mensal de 50% do Fundo de Participação do Município (FPM) seja derrubada.
• Juridicamente
A situação processual da ação popular que discute o “erro” de cálculo da dívida federalizada gerou, neste momento, condições para que a Justiça Federal de Bauru possa, com a sentença, resgatar a verdade sobre uma das operações que mais gerou prejuízos à sociedade local.
• Desfiliação
O vereador Primo Mangialardo inaugurou a temporada de desfiliações partidárias ao anunciar ontem que decidiu deixar o PSB. Ele argumenta que a direção da legenda tem comportamentos ambíguos em relação ao governo municipal. Primo já está sendo sondado por outros partidos, entre eles o PSDB, mas ainda não decidiu.
• No varejo
O vice-presidente do PSB, Rubens de Souza, afirma que não está surpreso com a decisão de Primo, que deixa o partido sem representação na Câmara. Ele acha que o parlamentar não tem postura socialista e que a legenda apenas lhe serviu de aluguel para a eleição. De outro lado, a direção do PSB é criticada por usar o voto de Primo para obtenção de cargo no Legislativo.
• Auditoria
O vereador José Carlos Batata (PT) encaminhou requerimento ao presidente da Câmara, Toninho Garmes (PSDB), solicitando que ele peça à Emdurb cópia do contrato que a empresa municipal irá firmar com a Fundunesp para a realização de auditoria interna.
• Quer paz
O vereador Faria Neto (PDT) se esforçou para apagar o princípio de incêndio causado pelas críticas do presidente do PSDB, Caio Coube, ao governo Tuga Angerami. Ele quer paz com os tucanos, assim como o prefeito Tuga Angerami já deixou antever.
• No pé do BB
A diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais comenta que está pegando no pé do comando do Banco do Brasil em função do desconto de R$ 12,00 feito junto a servidores que estão movimentando suas contas em outros bancos. Quem estiver sofrendo o desconto deve procurar o sindicato.
• Taxa especial
Já o vereador Paulo Eduardo Martins (PFL) disse que foi mal interpretado por aqueles que assistiram seu comentário, pela TV Câmara, quanto à taxa de financiamento não oferecida pelo BB. Ele diz que interveio junto ao banco para exigir que servidores do DAE fossem atendidos em pedidos de financiamento com taxa de 1,7%, conforme previsto em convênio, o que não estaria ocorrendo.