Saúde

Vacinação de idosos já evitou 51 mil internações no País

Por Sabrina Magalhães | Com Agência Saúde
| Tempo de leitura: 6 min

Estimativas do Ministério da Saúde mostram que, desde o início da Campanha Nacional de Vacinação de Idosos, há seis anos, houve uma redução de aproximadamente 51 mil internações decorrentes das complicações da gripe no Brasil. O País é, atualmente, um dos poucos que oferece gratuitamente a vacina antigripal para maiores de 60 anos.

A campanha deste ano começa no próximo dia 25 e vai até 6 de maio. Todas as pessoas com mais de 60 anos poderão ser imunizadas em qualquer posto de saúde do País. Além de receber a vacina contra o vírus influenza, os idosos poderão também atualizar seu cartão de vacinas, recebendo doses contra tétano, difteria e febre amarela.

Idosos hospitalizados e residentes em casas de repouso também receberão a vacina contra infecções pneumocócicas (pneumonia). O objetivo, segundo o ministério, é proteger essa população das complicações da gripe e de outras doenças preveníveis de grande incidência nesta faixa etária.

Mesmo quem já tomou a vacina deve receber outra dose. Isso porque a cada ano é preparada uma nova vacina contra a gripe. O medicamentos é produzido a partir dos três subtipos do vírus influenza de maior circulação no hemisfério sul. Isso garante uma proteção de 90% contra a gripe. A pessoa é considerada imunizada duas semanas depois da aplicação da dose.

O Ministério da Saúde informa que vai investir R$ 113 milhões na compra de 18 milhões de doses contra o vírus influenza, mais R$ 5 milhões em outras vacinas. A campanha segue determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda prioridade aos idosos na vacinação.

Segundo a OMS, a gripe entre jovens não representa problema de saúde pública. Já o organismo do idoso é mais vulnerável à doença e podem sofrer complicações com muita facilidade. Um dos maiores desafios em relação à saúde da população com mais de 60 anos, segundo o governo, é a prevenção de enfermidades que interferem no desenvolvimento de suas atividades diárias. E a gripe é uma das principais causas.

No Brasil, existem hoje 25 mil pessoas com mais de 100 anos de idade, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). a população com 60 anos ou mais corresponde a 8,6% dos habitantes do País, para os quais são destinados 24% dos recursos do sistema Único de Saúde (SUS).

Doença vulnerável

A gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemias de escala mundial), responsáveis por 50 milhões de mortes, além de problemas sociais e perdas econômicas: a gripe espanhola (1918), a gripe asiática (1957) e a gripe de Hong Kong (1968.

Especialistas acreditam que uma nova pandemia está por vir e poderá atingir mais de 130 milhões de pessoas no planeta. A característica mutável do vírus influenza reforça esta hipótese e, atualmente, pesquisadores de todo o mundo buscam uma vacina para o subtipo H5N1, considerado extremamente agressivo.

Vacinação de idosos já evitou 51 mil internações no País

Estimativas do Ministério da Saúde mostram que, desde o início da Campanha Nacional de Vacinação de Idosos, há seis anos, houve uma redução de aproximadamente 51 mil internações decorrentes das complicações da gripe no Brasil. O País é, atualmente, um dos poucos que oferece gratuitamente a vacina antigripal para maiores de 60 anos.

A campanha deste ano começa no próximo dia 25 e vai até 6 de maio. Todas as pessoas com mais de 60 anos poderão ser imunizadas em qualquer posto de saúde do País. Além de receber a vacina contra o vírus influenza, os idosos poderão também atualizar seu cartão de vacinas, recebendo doses contra tétano, difteria e febre amarela.

Idosos hospitalizados e residentes em casas de repouso também receberão a vacina contra infecções pneumocócicas (pneumonia). O objetivo, segundo o ministério, é proteger essa população das complicações da gripe e de outras doenças preveníveis de grande incidência nesta faixa etária.

Mesmo quem já tomou a vacina deve receber outra dose. Isso porque a cada ano é preparada uma nova vacina contra a gripe. O medicamentos é produzido a partir dos três subtipos do vírus influenza de maior circulação no hemisfério sul. Isso garante uma proteção de 90% contra a gripe. A pessoa é considerada imunizada duas semanas depois da aplicação da dose.

O Ministério da Saúde informa que vai investir R$ 113 milhões na compra de 18 milhões de doses contra o vírus influenza, mais R$ 5 milhões em outras vacinas. A campanha segue determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda prioridade aos idosos na vacinação.

Segundo a OMS, a gripe entre jovens não representa problema de saúde pública. Já o organismo do idoso é mais vulnerável à doença e podem sofrer complicações com muita facilidade. Um dos maiores desafios em relação à saúde da população com mais de 60 anos, segundo o governo, é a prevenção de enfermidades que interferem no desenvolvimento de suas atividades diárias. E a gripe é uma das principais causas.

No Brasil, existem hoje 25 mil pessoas com mais de 100 anos de idade, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). a população com 60 anos ou mais corresponde a 8,6% dos habitantes do País, para os quais são destinados 24% dos recursos do sistema Único de Saúde (SUS).

Doença vulnerável

A gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemias de escala mundial), responsáveis por 50 milhões de mortes, além de problemas sociais e perdas econômicas: a gripe espanhola (1918), a gripe asiática (1957) e a gripe de Hong Kong (1968.

Especialistas acreditam que uma nova pandemia está por vir e poderá atingir mais de 130 milhões de pessoas no planeta. A característica mutável do vírus influenza reforça esta hipótese e, atualmente, pesquisadores de todo o mundo buscam uma vacina para o subtipo H5N1, considerado extremamente agressivo. (Sabrina Magalhães/Com Agência Saúde)

____________________

Em Bauru

Para garantir a cobertura vacinal mínima prevista pelo Ministério da Saúde em Bauru, a Secretaria Municipal de Saúde promete uma divulgação mais forte da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso esse ano. As doses começam a ser aplicadas no próximo dia 25.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, os personagens “Vovó Gotinha” e “Vovô Gotinha” vão estar na quadra 5 do Calçadão da Batista de Carvalho amanhã, das 9h30 às 12h. Os dois, juntamente com técnicos do Departamento de Saúde Coletiva (DSC) vão abordar quem passar pelo local para falar sobre a importância da vacinação.

A assessoria informa que, no ano pasado, a campanha atingiu apenas 65,58% da população idosa estimada, ficando abaixo do mínimo recomendado pelo ministério (70%).

Dos idosos que receberam a vacina em Bauru em 2004, 54,7% tinham entre 60 e 64 anos. A maior cobertura foi das pessoas com mais de 65 anos (70,28% dos imunizados). Para este ano, a população estimada é de 36,5 mil pessoas, dos quais 11 mil com idade entre 60 e 64 anos e 25 mil com mais de 65 anos.

Comentários

Comentários