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Vôlei: Banespa tenta empatar série decisiva

Da Redação
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São Bernardo do Campo - O Banespa entra em quadra acreditando no retrospecto em casa para vencer o Minas e empatar a série melhor-de-cinco válida pelas finais da Superliga Masculina de Vôlei.

Às 19h, de hoje, no Ginásio de São Bernardo, a equipe paulista, que só deixou de vencer um jogo nesta temporada em seu ginásio, quer corrigir os detalhes que lhe impediram de ganhar a primeira partida disputada em Belo Horizonte, no último domingo.

A alegação de que a jovem equipe do Banespa sentiu o peso da decisão e falhou em momentos importantes da partida - teve chances de fechar o quarto e o quinto sets e não conseguiu - não convence o levantador Vinhedo, de 22 anos.

“Sentir o peso, o time não sentiu, não. Isso não existe, tanto que o time deles também é jovem. O jogo foi equilibrado desde o começo. Tivemos o match point, mas não conseguimos fechar. Lutamos o tempo todo e temos que admitir que o Minas teve méritos também. Temos é que pensar no que não foi feito e tratar de fazer aqui”, considerou Vinhedo.

Na verdade, apesar de o Banespa lutar pelo primeiro título da Superliga e somente o ponta Ezinho ter sido titular da equipe tricampeã do Minas em 2002, experiência em decisões é o que não falta a nenhuma das duas equipes finalistas.

Dos 24 jogadores em quadra, 14 são responsáveis por seis títulos mundiais do vôlei brasileiro, além do título olímpico de Nalbert em 2004. É a nova geração como protagonista do principal campeonato nacional. Por essa razão, o meio de rede Alberto também concorda com seu companheiro de grupo.

“Não tem nada a ver o que acontece é que todos os jogos vão ser parelhos, como todo mundo previa. A dificuldade é normal. Tivemos a chance de fechar e não conseguimos, coisa normal de uma final. Para mim é somente mais uma decisão”, afirmou.

Para o técnico Mauro Grasso, após analisar o vídeo do primeiro jogo, o principal motivo da derrota do Banespa foi a indisciplina tática.

“O que mais deixou o jogo equilibrado foi a falta de competência tática do bloqueio e da defesa”, analisou. Para corrigir isso, Grasso pretende treinar o sistema defensivo nas sessões que ainda restam antes da partida. Outro fundamento que deixou a desejar na opinião do treinador foi o saque.

“O nosso saque quase não fez efeito. Já estamos testando outra estratégia para dificultar a chegada do passe para o Marlon (levantador do Minas)”, concluiu.

Minas: Marlon, Evandro, Roberto Minuzzi, Ezinho, Danilo e Rogério. Líber Serginho.

Banespa: Vinhedo, Rivaldo, Nalbert, Ricardo Serafim, Alberto e Michael. Líbero Polaco.

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