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Da Redação
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• Micareta

Durante a sessão legislativa de ontem, o vereador Marcelo Borges (PSDB) criticou a administração municipal por ter dificultado o alvará para a realização da Micareta, no último sábado. O tucano destacou que prefeituras de cidades como São José do Rio Preto e Ribeirão Preto costumam incentivar o evento por julgarem que ele ajuda a atrair visitantes, movimentando a economia local.

• Meio ambiente

Borges lembrou que a estrutura da Micareta começou a ser montada no início da semana, mas apenas na sexta-feira a prefeitura se preocupou em embargar a montagem dos camarotes. Ao afirmar que o evento não causaria danos aos canteiros da avenida Nações Unidas, ele argumentou que até o vereador e ambientalista Rodrigo Agostinho (PMDB) prestigiou a festa. “No próximo ano eu também vou”, anunciou.

• “Antenado”

O vereador Paulo Madureira (PP) utilizou a tribuna duas vezes ontem e em ambas foi interrompido por seu telefone celular. Na primeira oportunidade, o aparelho estava no bolso do paletó e, na segunda, sobre a sua mesa. O fato arrancou risos dos colegas.

• Com Severino

O parlamentar Primo Mangialardo (sem partido) se encontrou no final de semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PP), durante reunião de corretores de seguros realizada em Águas de Lindóia. O bauruense chegou a tirar fotos com Severino, um dos palestrantes do evento, e o convidou para visitar a cidade.

• Novo embate

Os vereadores Faria Neto (PDT) e José Carlos Batata (PT) voltaram a trocar farpas ontem, por conta do parecer do projeto de Refinanciamento Fiscal (Refis), que tem o petista como relator. Foi a terceira discussão mais áspera entre os dois este ano. Batata chegou a pedir complementação do tempo de seu discurso em razão das intervenções feitas pelo líder do governo na Câmara.

• Audiências

Batata já indicou, na tribuna da Câmara, ontem, que tem intenção de esticar ainda mais a tramitação do projeto do Refis, pedindo a realização de audiência pública. Um pedetista lembrou que se Batata tivesse realizado audiência para todos as questões financeiras surgidas na Casa, a dívida do viaduto inacabado, por exemplo, poderia ter tido melhor sorte, em 1996. Ele foi membro de comissão criada na época com a missão de uma espécie de fiscalização da aplicação dos recursos.

• Nova tribuna

João Parreira, Paulo Madureira e Paulo Eduardo assinam um projeto de resolução que pretende criar o uso da palavra durante as sessões extraordinárias, em tempo de cinco minutos por inscrito. Seria uma segunda tribuna livre na sessão, já que os vereadores podem se inscrever para utilizar o tempo de 10 minutos cada um para discursar durante a sessão ordinária.

• Grupo de estudos

Termina amanhã o prazo para professores e diretores da rede municipal de ensino se inscreverem para integrar o grupo de estudos que vai discutir o estatuto do magistério. A comissão terá o prazo de 90 dias para discutir e apresentar sugestões ao estatuto, considerando a legislação atual.

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