Parece nome de filme, mas não é, é o nº do protocolo de solicitação que, ingênua, fiz à Prefeitura, em 25/2/05.
Na véspera de Natal de 2003, um carro entrou na minha calçada e destruiu a lixeira, que, impávida, cumpria sua missão na calçada. Coitadinha, eu nunca soube seu paradeiro, mas, conforme relato dos vizinhos, foi que se sucedeu, e eu estava ausente. Imagine-se o susto que eu levaria. Mas o pior estava por vir, pois no mês de fevereiro deste ano uma kombi adentrou a grade da minha casa, e eu que estava a dormir, acordei assustadíssima, pois creio que o susto foi o pior que já tive na vida.
O motorista trouxe um serralheiro e arrumou o dano, mas a mureta não. Então, arquei com o prejuízo. Tentei colocar os mourões ou sei lá o nome para proteger minha casa - 4 ou 5 daqueles pedaços de trilho de trem, mas me informaram que só a Prefeitura pode fazê-lo. Como não vi solução à minha solicitação (protocolo 7572), recorri à FM 94, programas que recebem reclamações do povo.
Agora, vou falar com o Amarildo, da TV Record, estou usando esta coluna, enfim, acho que vou pedir até ao Severino Xique Xique para que a Prefeitura me ajude, posto que o pior não falei: moro na Infernardino de Campos, denominação dada pela srta. Adriane, também em artigo da Tribuna do Leitor. Gostaria também que a Prefeitura fosse localizada, por exemplo, no lindo prédio abandonado da estação ferroviária, pois não tenho como e tenho que ir à Prefeitura de ônibus. Grata pela publicação, único meio que disponho para reclamar.
Carlota Magalhães