Todos os anos, quando chega o “Dia das Mães”, acordo bem cedinho para pegar um botão de rosa vermelha, pois sei que ela já estará na escada da minha casa. Acho que o doador, deve se levantar antes do sol, pois nunca o vi na sua tarefa. Demorei um bom tempo para ter certeza de quem seria esse doador anônimo.
Vou tratá-lo como um amigo, apesar de tê-lo como um filho, que viria substituir aquele que já partiu e do qual tenho imensa saudade. Não direi seu nome, pois quem é capaz de um gesto como o citado, não precisa ser identificado. Isto apenas aumenta seu crédito no céu.
Para terminar, vou dar minha opinião: “Só quando as pessoas descobrirem a força do Bem e do Amor, da Amizade e da Fraternidade é que serão capazes de melhorar a violência que assola o mundo". Esta é a minha esperança.
Ezilda Napoleone Silveira - RG 4.859.119