Preso durante o Estado Novo, no navio prisão D. Pedro I , Aparício Torelli, o Barão de Itararé, costumava levar o cotidiano na gozação. Certo dia, logo cedo uma lancha conduzindo agentes do Dops atracou e agentes subiram a bordo. Logo depois um agente chama:
- Aparício Torelli? Silêncio.
- Aparício Torelli!
- Presente!
- Vamos logo!
- Onde?
- Depor.
- O governo? Impossível! Não tenho nem homens e muito menos, armas!
Lido em José Duarte, o maquinista da história de Luís Momesso e encaminhada por Antonio Pedroso Júnior