Mulher

Retoques

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

Terninho ‘desconjugado’

Ele foi inspirado em uniformes militares. Passadas mais de cinco décadas desde sua criação, o terninho já não tem mais a cara de peça adaptada do-vestuário masculino. Hoje ele expira feminilidade em padronagens delicadas e em cortes que valorizam as formas da mulher.

Se nos anos 30, quando a diva do cinema Marlene Dietrich inaugurou a nova moda, os terninhos femininos não eram propriamente femininos, as décadas seguintes trataram de corrijir esse equívoco.

Foi a partir dos anos 60 que eles surgiram como coringa no guarda-roupa da mulher. Tal milagre ficou a cargo da estilista Coco Chanel, que tirou o excesso de tecido da peça, a tornando mais sequinha, curtinha e acinturada.

A mudança agradou a mulherada, que passou a usá-lo de forma despretensiosa e divertida nos anos 70 (abusando de pantalonas e cintos largos), como uniforme de trabalho nos anos 80 (a ditadura dos “neutros”, com cortes mais retos), e democrática nos anos 90 (a década em que o terninho saiu do ambiente de trabalho e chegou ao happy hour).

Agora é a vez dos terninhos “desconjugados”. Lição número um: a calça não precisa mais acompanhar a padronagem do blazer, que volta a ser curtinho: na altura do bumbum, sequinho e com um ou dois botões.

Para os terninhos lisos - lembrando que as cores da vez são os rosés e os vinhos - valem as mesmas regras. E para dar uma graça no look, troque as flores na lapela (que foram sensação no inverno passado) por um broche de pedraria falsa. O veludo cotelê também é boa pedida para garantir conforto e sofisticação à peça.

Comentários

Comentários