Jaú - A defesa de Cândido Galvão de Barros França Netto alega que o ex-deputado não teve participação em eventuais irregularidades. “A Santa Casa não sofreu qualquer prejuízo por conta da administração dele, quando provedor. Caso eventuais irregularidades tenham sido encontradas no departamento financeiro, devem ser responsabilizados os funcionários desse departamento”, afirma o advogado Luiz Carlos Galvão de Barros.
Na defesa apresentada à Justiça, Galvão alega que sempre prestou contas de suas gestões em assembléias gerais periódicas convocadas regularmente, obtendo pareceres favoráveis do conselho fiscal para suas contas.
O advogado do ex-deputado reclama que, durante o processo, não foi realizada nova audiência instrutória para coleta de provas e depoimentos de outras testemunhas.
“Nós estranhamos a decisão antecipada do processo, sem que tenha sido permitido, em instrução judicial, apresentar provas como a gente vem requerendo”, diz.
O juiz José Paulo Ruiz diz na decisão que há farta documentação material e oral no processo.
O advogado de defesa também alega que as denúncias foram apresentadas por inimigos políticos do ex-deputado, que teriam a intenção de “destruí-lo politicamente”.