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Prazer com saúde e responsabilidade

Sabrina Magalhães
| Tempo de leitura: 1 min

Se atingir o orgasmo é uma conquista para os seres humanos, contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) é sinônimo de fracasso. Por isso, médicos e instituições aproveitam o Dia Mundial do Orgasmo para reforçar a importância do uso de preservativos em todas as relações sexuais, inclusive nas preliminares.

Há várias iniciativas nesse sentido. Uma delas é da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), que mantém o Programa Hepa! - Hepatite B: Preste Atenção. De acordo com a assessoria de imprensa da SBH, a proposta é alertar para o risco de contração de uma das mais perigosas DSTs - a hepatite B.

Considerada dez vezes mais contagiosa do que a aids, a doença afeta cerca de 400 milhões de pessoas no mundo (2 milhões de brasileiros), alcançando a posição de nona principal causa de mortalidade no planeta. As relações sexuais sem preservativo e o uso compartilhado de seringas contaminadas têm sido a principal forma de contaminação.

Para reforçar as campanhas, fabricantes de preservativos têm usado a criatividade para tornar a camisinha um item indispensável entre casais. A Blowtex, por exemplo, está investindo em camisinhas coloridas e em texturas que prometem aumentar o prazer para homens e mulheres. A novidade é direcionada, especialmente, ao público jovem.

E para garantir que o uso do preservativo não precisa quebrar o “clima”, o médico Carlos Alberto Monte Gobbo dá a dica. “Ao invés de parar tudo para colocar o preservativo, o homem deve pedir ajuda da parceira para colocar e transformar isso em mais um jogo de sedução, mais uma fantasia”, arremata.

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