Regional

Êxodo pode tornar cidade dormitório

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

A falta de empregos, de escolas profissionalizantes e de nível superior pode tornar Arealva uma cidade dormitório, arrisca o padre Luiz Eduardo Monteiro Fontana. “O grande desafio é a geração de empregos. Os moradores trabalham e estudam em toda a região.”

Na opinião do padre, fixar os moradores na cidade depende da geração de empregos. “Corremos o risco de tornar Arealva uma cidade dormitório. É claro que preocupa, porque a população gera os filhos, e esses precisam ser alimentados e criados. Quando atingem uma certa idade, eles vão embora porque não têm onde estudar e trabalhar.”

Fontana avalia que o potencial turístico existe e deve ser explorado para gerar vagas no mercado de trabalho. “À medida que ele for dinamizado vai trazer muitos recursos. Arealva é dotada de uma natureza exuberante. O rio Tietê é um criadouro natural de peixes e nesse trecho não sofre com a poluição que vem da Capital.”

Para ele, a cidade precisa se tornar agradável para receber todo tipo de turista. “Recebemos muitas pessoas nos finais de semana. Nas comunidades ribeirinhas, temos capelas para que o visitante faça sua oração. Durante a quaresma, fazemos a procissão da penitência.”

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