Luiz Carlos Laborda, quando exercia mandato de vereador, tomou a iniciativa e teve um projeto de lei aprovado que, para se dar nome de pessoas falecidas a vias, logradouros e prédios públicos, deveria ser juntada ao processo a respectiva certidão de óbito.
Foi dele também a iniciativa de denominar-se de “Ulysses Guimarães†o prédio da Câmara. Ulysses sofrera um desastre, quando o helicóptero em que viajava durante uma tempestade caiu no mar e seu corpo não foi achado. Sem o corpo não seria lavrada a respectiva certidão de óbito. Por ser uma figura nacional, a Câmara teve que modificar a lei para que o projeto de lei fosse apresentado e aprovado sem a certidão. (Contado por Irineu Azevedo Bastos)