Auto Mercado

Editorial

Marcelo Ferrazoli
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Pesquisa realizada pela Agência dos Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), órgão que fiscaliza o serviço nas estradas sob concessão de empresas privadas, levantou dados preo-cupantes.

O estudo registrou que apenas 33% dos ocupantes do banco traseiro utilizam o cinto de segurança no carro, conforme determina o Código Nacional de Trânsito. Segundo o levantamento, realizado nos 3,5 mil quilômetros de rodovias concedidas no Estado, entre os passageiros do banco dianteiro, o uso do cinto é de 84%, e entre os motoristas, chega a 90%.

A pesquisa da Artesp também monitorou o transporte de crianças em veículos de passeio. Embora 89% estivessem no banco traseiro, apenas 20% delas usavam o cinto de segurança. Diante do quadro, logo pode-se inferir que a maioria dos motoristas brasileiros aprendeu a respeitar a importância do cinto, mesmo que acossados nos calcanhares pelas multas.

Mas, infelizmente, uma parcela considerável dos condutores nacionais ainda relega o equipamento a escanteio, desprotegendo a si mesmos e - o que é pior - a seus próprios filhos. Quando será que isso vai mudar? Talvez quando as pessoas - condutores ou não - olharem de outra maneira para a vida. Enquanto isso, salve-se quem puder no trânsito do Brasil!

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