Mesmo se o pedido de urgência for aprovado pelos vereadores na próxima segunda-feira, a votação do projeto de lei que cria o fundo de tratamento de esgoto não está garantida para este ano. Quem afirma é o presidente da Câmara, Toninho Garmes (PSDB). O projeto deve passar por comissões que darão parecer favorável ou não, para depois ser encaminhado à votação em plenário.
De acordo com o parlamentar, nem o regime de urgência solicitado pelo prefeito está garantido. Ele afirma que a decisão de aprovar ou não a solicitação do Executivo cabe aos demais vereadores. “Eles vão decidir em plenário. Não dá pra saber o que vai acontecer”, diz Garmes.
O presidente do Legislativo explica que após a leitura do projeto de lei, sendo aprovado o pedido de urgência, os prazos caem pela metade, mas isso não garante que a votação ocorra até o final do ano. Segundo ele, algum vereador pode solicitar informações, o que pode atrasar o processo. Garmes ressalta que tudo fica no campo da especulação, pois não se sabe o que vai acontecer.
Depois de segunda-feira, a Câmara tem apenas mais duas sessões ordinárias a realizar. Em seguida virá o recesso. Neste caso, a matéria só será votada se houver solicitação de sessão extraordinária.