Ser

Filhos

Cristiane Goto
| Tempo de leitura: 1 min

Em se tratando de novas configurações familiares, a educação de crianças e adolescentes merece atenção especial. “A família é geradora de segurança, afeto, satisfação, estabilidade e autoridade. Seu eixo deve ser a educação e proteção dos filhos”, explica Krom.

Segundo ela, no caso de divórcios, é essencial priorizar o bem-estar dos filhos. “O ideal é que os pais consigam se harmonizar e ter um projeto para a educação dos filhos. Embora não vivam juntos, precisam ter afinidades na maneira de educar os filhos. O que não pode é usar a criança como pombo-correio ou ponta de lança para atacar o outro”, diz.

Outro ponto importante em relação à educação dos filhos é mostrar os papéis desempenhados por cada integrante, observa Krom. “É preciso ter cuidado com a questão da autoridade na família. Às vezes, as pessoas que chegam somam ou assumem papéis complementares, mas o papel principal é justamente das pessoas que têm vínculos parentais, o pai ou a mãe”, detalha.

Foi o que aconteceu na família da doméstica Joana Cardoso, 29 anos. Casada há 11 anos e mãe de dois filhos, ela revela que impôs certas “regras” quando seu irmão João passou a morar com sua família. Entre elas, a de que o tio pode ajudar, mas somente os pais devem corrigir as crianças. “Não tivemos problema e convivemos bem”, diz.

Comentários

Comentários