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Patrimônio histórico estuda tombar dez prédios em Araraquara

Folhapress
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Araraquara - Entre as prioridades do conselho de preservação do patrimônio histórico de Araraquara, criado oficialmente na semana passada, está o tombamento de pelo menos dez bens. O Plano Diretor da cidade, aprovado em novembro pela Câmara, prevê a proteção desses prédios.

Entre os patrimônios que devem ser tombados pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Paleontológico, Etnográfico, Arquivístico, Bibliográfico, Artístico, Paisagístico, Cultural e Ambiental do Município de Araraquara (Compphara) estão a torre da antiga fábrica da Lupo, onde hoje funciona o Shopping Lupo, a Estação Ferroviária, de 1895, e o Museu Histórico na praça Pedro de Toledo, que funciona em um prédio de 1898, criado inicialmente para abrigar o Fórum e a cadeia e que já foi sede da prefeitura e da Câmara.

A Igreja Matriz de São Bento também está na lista dos prédios que devem ser tombados. Ela foi construída no marco da fundação da cidade. Desde 1805 foram construídos seis templos religiosos no mesmo local. Atualmente, a cidade tem nove bens tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). Entre eles estão o Palacete São Bento e a Praça da Matriz.

Outra iniciativa coordenada pelo conselho deve ser o projeto de modernização do Arquivo Público Histórico. Entre as ações previstas estão a informatização e digitalização do acervo, composto por cerca de 250 mil documentos.

“A criação do Compphara é um passo fundamental para Araraquara criar ferramentas públicas de preservação. Um conselho atuante é muito mais eficiente que ações pontuais e vai direcionar os programas de conservação do patrimônio”, afirmou a integrante do conselho e coordenadora de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de Araraquara, Teresa Cristina Telarolli.

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