Polícia

Defesa Civil aponta segurança frágil

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 1 min

Álvaro de Brito, presidente da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Bauru, critica o fato da administração do Vale do Igapó não ter medidas de segurança contra fogo, como ruas mais largas, a manutenção de uma brigada de incêndio e uma fonte de abastecimento de água de emergência, os hidrantes.

“As viaturas dos bombeiros têm que voltar até o Núcleo Otávio Rasi para reabastecer”, aponta Brito. O helicóptero Águia abastecia o puçá, com capacidade média de 500 litros, na lagoa do loteamento. Foram feitos cerca de 35 lançamentos, segundo a Base Aérea.

O presidente da Associação de Moradores do Vale do Igapó, Irineu Travalini, conta que há anos, tramita na Justiça ações para que o responsável pelo loteamento implante as medidas de segurança. “Nós estamos ao Deus dará. Estamos brigando na Justiça desde 1994 pela infra-estrutura”, revela.

Enquanto o problema de falta de infra-estrutura no local não é resolvido, Brito aconselha os moradores a fazer aceiros ao redor das casas.

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