A Amazônia exerce fascínio entre turistas do mundo todo, por ser uma das regiões mais fascinantes do planeta.
A cada ano novos visitantes procedentes dos mais diversos países chegam a ela, tendo como porta de entrada, Manaus, partindo para incursões pela selva cercada de encantos.
Os magníficos rios, a grande variedade de povos que habitam suas terras e a diversidade da fauna e da flora revelando segredos cada vez mais surpreeendentes sobre a maior reserva florestal do mundo, são responsáveis por esse “boom”.
Além da possibilidade de conhecer o Amazonas, o maior rio do mundo, resultado do encontro dos rios Negro e Solimões; construções históricas do Ciclo da Borracha, com destaque para o Teatro Amazonas, comprar artesanato e se fartar da saudável comida indígena, os turistas têm a chance de se hospedar em hotéis em plena selva e conhecer, logo que os primeiros raios de sol brilham, detalhes da natureza.
Visita à casa de caboclo, caminhada na selva, pescaria de piranha, focagem de jacaré, visita à vila de Acajatuba e encontro das águas são apenas algumas opções de passeio pela região.
Na casa de caboclo, o visitante tem a chance de adentrar numa casa típica de ribeirinho, em plena selva e descobrir como a macaxeira é processada para ser, depois, transformada em tapioca, biju e farinha. A parada é também estratégica para rechear o estômago, já que os moradores oferecem aos turistas pratos típicos como a tapioca com castanha do Pará, entre outros.
Energia reposta, a próxima atração é caminhar pela selva. Durante uma hora os visitantes conhecem uma parte da floresta não alagada, um lugar pouco acessível, entrando em contato com inúmeros animais, plantas medicinais, diferentes tipos de árvores e insetos utilizados na alimentação.
Avistar cipós, seringueiras e a samaumeira ( a maior árvore da região) faz parte do programa.
Para os amantes da pesca, o convite parece, mas não é história de pescador: pescar piranhas com equipamentos rústicos, de canoa motorizada, no meio da selva e, depois focar jacarés nas águas barrentas amazônicas.
Trata-se de uma experiência inigualável, já que nela, o guia leva a lanterna que servirá para localizar o jacaré e paralisá-lo mostrando-o aos turistas.
Despertando entre pássaros
Quem prefere programas mais lights tem à disposição o passeio ao nascer do sol. Exatamente às 5 horas, o grupo parte em canoa motorizada rumo aos melhores pontos da selva para ver o nascer do sol. E, pode, na seqüência, visitar a vila de Acajatuba, em uma viagem de aproximadamente 40 minutos do hotel, também em canoa motorizada, experiência única para se conhecer a cultura do povo amazonense e comprar artesanato local.
O ponto alto, para muitos, é o encontro das águas. Como a Selva Amazônica possui nada mais do que 1/5 da água doce de todo o globo, o encontro dos rios Negro e Solimões, é a maior atração nos arredores de Manaus.
O primeiro, de águas escuras, enquanto o segundo, de águas barrentes, encontram-se a 10 quilômetros da Capital amazonense e seguem por quilômetros sem se misturarem.
“ A diferença na composição física e química das águas resulta num fenômeno natural bastante interessante, que pode ser observado de barco ou ultraleve”, detalha Adriana Marques, especializada na região.
Na Capital, localizada às margens do rio Negro, os turistas têm a chance de conhecer as construções históricas reunidas em sua parte central e fazer as incursões pela floresta amazônica.
Manaus se desenvolveu a partir do auge do Ciclo da Barrocha, no início do século 20.
• Serviço
São vários os pacotes oferecidos para a Manaus e a Selva Amazônica, com duração de quatro a seis dias, com preços a partir de R$ 3.601,50, dependendo da duração e hotel ou pousada escolhidos.
Incluem vôo diurno Varig, taxa de embarque, hotéis de categoria superior, traslados, entrada no Teatro Amazonas com ingresso, guia bilingue e kit turista.
Detalhes pelos telefones (11) 3064-2188 e 3082-5499, site: www.inforpress.com.br
*O Ministério da Saúde recomenda vacinar-se contra a febre amarela pelo menos 10 dias antes de viajar.