O Franz Ferdinand foi a dita salvação do rock desde o final de 2004, quando lançou mundialmente seu primeiro CD, batizado apenas de “Franz Ferdinand”. Desde então, Alex Kapranos (vocal e guitarra), Nick McCarthy (guitarra), Robert Hardly (baixo) e Paul Thomsom (bateria) têm seus passos e notas seguidos avidamente por fãs do novo velho rock’n’roll.
A banda foi formada em 2001, em Glasgow, Escócia, mas gravou seu primeiro disco apenas em 2003. Seu som pós-punk dançante, o visual retrô-moderninho e as influências claras da pop art das décadas de 60, 70 e 80 foram o suficiente para o Franz Ferdinand ser adotado por fãs e pela imprensa mundial. Do primeiro disco, vieram as pauladas “This Fire”, “Take Me Out”, “Tell Her Tonight” e “Michael”, pseudo-polêmica por deixar o vocalista cantando sua admiração por um rapaz que dança em uma boate.
O ano passado mostrou que a banda sabia a que veio, com o lançamento de “You Could Have It So Much Better”. O segundo álbum foi incluído em praticamente todas as listas de melhores discos da imprensa musical - e com razão. Divertido, sexy, dançante e altamente roqueiro, basta dizer que pelo menos duas músicas tratam de términos de relacionamento na visão de quem dá o “pé na bunda” - “You’re The Reason I’m Leaving” (você é a razão pela qual estou indo embora) e “Walk Away”, em que Kapranos canta que gosta do som que alguém faz ao ir embora.
“Do You Want To” foi indicada ao Grammy como melhor performance de rock e o disco, na categoria de melhor álbum de música alternativa. No Brit Awards, os Ferdinandos concorrem a melhor grupo, melhor performace de rock e melhor performance ao vivo. O U2 estará bem acompanhado nos palcos da América Latina.