Esportes

Kart: 500km de Bauru terá toque feminino

Gabriel Pelosi
| Tempo de leitura: 2 min

A segunda edição dos 500km de Bauru que premia o vencedor com um carro zero quilômetro, terá Andréia Otaviano, estrela feminina presente no Desafio proposto por Felipe Massa no final do ano passado em Bauru. Andréia vai correr pela equipe Biland e terá como companheiro de equipe o bauruense Airton Daré.

Daré, por sua vez, estará dividido entre duas equipes diferentes. Além da Biland, Daré vai defender a equipe Ecotec. Isso é possível devido o regulamento que não permite o piloto ultrapassar 1 hora e 20 minutos ininterruptos dirigindo o mesmo kart.

Durante o dia de ontem, mecânicos das equipes participantes trabalhavam na regulagem dos carros. Nove equipes estão inscritas. A média de pilotos por equipe não passa de quatro, já que o regulamento obriga que cada equipe possua no mínimo três pilotos.

Segundo o piloto bauruense Glauco Alex, “o acerto dos carros não depende de um piloto apenas, mas de três ou até quatro. Isso dificulta o trabalho dos mecânicos que buscam um acerto comum entre todos os pilotos da equipe.”

Glauco Alex vai disputar a prova na equipe Octane Motors, considerada uma das favoritas à vitória. O bauruense afirmou que devido ao tempo de corrida será necessário à equipe fazer uma troca de motor durante a prova. Glauco estará ao lado do também bauruense Emil Shayeb, do atual campeão panamericano de kart, André Nicastro, e do atual vencedor da primeira edição dos 500km de Bauru, Eduardo Leite.

Menor de idade, com apenas 16 anos, Eduardo Leite não pôde usufruir do carro que ganhou na edição passada da corrida. Este ano, Leite pretende repetir o feito do ano passado. “Acho o circuito da Toca da Coruja muito legal. Vou entrar na pista para repetir a vitória do ano passado”, afirmou.

Leite, que no próximo mês dará início à sua primeira temporada na Fórmula 3 nacional, afirma que apesar de ser uma corrida longa, não é tão desgastante: “É uma corrida de aproximadamente seis horas, mas da para agüentar bem. É mais fácil do que as 500 milhas da Granja Vianna em que corri no ano passado.”

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