• Versão “nervosinha”
A BMW lança, nos Estados Unidos, a versão “M” do Z4 Coupé. O carro é empurrado por um V6 de 3.2 litros, 343 cv de potência máxima e inquestionáveis 36,9 kgfm de torque. Com ele, chega aos indefectíveis 250 km/h de velocidade máxima limitada eletronicamente e vai de zero a 100 km/h em imodestos 5 segundos. No estilo, ganha a logotipia “M” na traseira e saídas de escape cromadas, entre outros. Será produzido em Spartanburg, Carolina do Sul, Estados Unidos.
• Quarto rebento
A Skoda vai lançar no Salão de Genebra, na Suíça, o furgão de passageiros Roomster, que será o quarto modelo nas fileiras da marca. A montadora, que é controlada pela Volkswagen, iniciará as vendas do modelo na Europa no segundo semestre desse ano, para concorrer com Fiat Doblò, Opel Meriva e Citroën Berlingo. Segundo a Skoda, o Roomster terá seis opções de motorização - três a gasolina e três a diesel - e câmbio manual ou automático.
• Contra as tradições
A Buell, que pertence à Harley-Davidson, vai lançar no mercado europeu uma motocicleta esportiva em edição limitada, a XBRR. O modelo é uma homenagem à primeira moto da Buell, a RW750 de 1983, e possui um motor V2 de 1.340 cilindradas e 150 cv de potência. A XBRR é feita com berço de fibra de carbono e recebeu novo sistema de freios que melhora em até 20% a capacidade de frenagem.
• Patrocínio cármico
A maior montadora da Índia, a Tata Motors, vai patrocinar a equipe Williams na temporada 2006 da Fórmula 1. Segundo a fabricante, o objetivo dessa ação é buscar mais visibilidade em torno do mundo e emplacar mais exportações. Outra parcela indiana na equipe inglesa estará no cockpit: o segundo piloto de testes, Narain Karthikeyan. De acordo com Frank Williams, o apoio da Tata não será apenas financeiro, mas também técnico.
• Expansão felina
A Peugeot fechou ao ano de 2005 com chave de ouro no Brasil: anotou o crescimento de 24,5% nas vendas por aqui. Esse é o melhor resultado obtido pela marca desde que ela passou a ser considerada fabricante local, em 2000. A montadora vendeu 53 mil veículos, número que significa 3,3% de participação no mercado nacional. Para esse ano, a Peugeot almeja comercializar no mínimo 61 mil veículos – e aumentar assim a participação para 3,6%.