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Estímulo ao trabalho com comunidade

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 1 min

Como exemplo positivo de movimento articulado, Rafael Gomes, diretor da União Estadual dos Estudantes (UEE), cita o Diretório Central Estudantil (DCE) da Universidade de Marília (Unimar). “Ele é referência para a cidade, pois desenvolve vários projetos com a sociedade”. Na sua avaliação, o movimento estudantil em Bauru não é tão forte pela quantidade de estudantes que vêm de fora. “Como eles não permanecem, não se organizam para atuar pela comunidade“, acredita.

Em contrapartida, o debate dentro do câmpus é forte.

“Na Universidade Estadual Paulista (Unesp) a discussão entre a comunidade universitária é muito forte, mas no tocante aos problemas da comunidade, não são tão ativos”, avalia. Com todo esse trabalho de conscientização dos universitários, Gomes pretende formar uma rede duradoura. “O plano é que os centros acadêmicos se insiram na sociedade. Estou dedicado a esse objetivo”, garante.

Um dos centros acadêmicos mais tradicionais da cidade, o “9 de Julho” da Faculdade de Direito da Instituição Toledo de Ensino está investindo justamente na atuação com a comunidade. A diretoria que assumiu há pouco tempo o centro, já possui dois projetos de extensão para serem aprovados e colocados em prática ainda nesse semestre.

Segundo Thiago Luciano Segura, vice-presidente do 9 de Julho, serão oferecidas aulas de artes marciais às crianças carentes da vizinhança da universidade. “Outro projeto é o Bom de Bola, vamos oferecer material e professores para que as crianças joguem bola e também faremos o acompanhamento escolar deles, com aulas de reforço”, conta.

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