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Presas encerram rebelião em Ribeirão após 18 horas

Folhapress
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São Paulo - As presas da penitenciária feminina de Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo) liberaram dois funcionários que eram mantidos reféns e encerraram o motim na manhã de ontem. A rebelião durou 18 horas.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), dez presas serão transferidas para atender parte das reivindicações. As detentas também pediram mudanças no sistema de visitas, atendimento médico e alimentação.

A rebelião havia começado poucas horas depois do fim da rebelião na penitenciária masculina de Ribeirão Preto. Rebeliões Ao menos outras três penitenciárias paulistas promoveram rebeliões na segunda-feira. Na penitenciária de Lucélia (586 km a noroeste de São Paulo), o motim, que havia começado por volta das 12h, acabou por volta das 0h20 de terça-feira.

Os quatro agentes penitenciários mantidos reféns foram liberados sem ferimentos. Durante revista, foi encontrado um túnel, já lacrado. Em Bauru (343 km a noroeste de São Paulo), a rebelião na penitenciária P1, começou às 9h30 de segunda-feira com uma tentativa de fuga de um grupo de detentos da chamada área de inclusão - onde ficam os recém-chegados à unidade.

A situação foi controlada no mesmo dia. Por volta das 10h, foram as detentas da Penitenciária Feminina de São Paulo que iniciaram uma rebelião. Oito funcionários foram mantidos reféns até as 17h, quando o motim terminou. Nenhum deles ficou ferido, segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

Em dia de rebeliões, um grupo de 16 presos da cadeia pública de Paraguaçu Paulista (459 km a oeste de São Paulo) promoveu um tumulto, por volta das 10h de segunda. O problema terminou às 14h15.

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