• Mégane I
O novo Renault Mégane II ainda nem começou a ser vendido por aqui, mas a ampliação da linha em território brasileiro já foi confirmada. A direção executiva da montadora no país adiantou que, ainda este ano, também a versão station wagon do carro será produzida e comercializada no País. O sedã chegará no próximo mês de março, oriundo da fábrica brasileira da marca, em São José dos Pinhais, no Paraná. Já a perua, que leva o sobrenome de Break, ainda não tem mês definido - ou divulgado - para chegar às revendas, mas isso provavelmente acontecerá entre agosto e setembro.
• Mégane II
O sedã Mégane II já está sendo produzido na fábrica parananse da Renault. O carro, por sinal, já chegará ao mercado brasileiro ligeiramente defasado: acabou de passar por uma leve reestilização na França. Por aqui, a marca não está exatamente nos seus melhores dias - a fábrica trabalha em apenas um turno e tem 65% de capacidade ociosa e a Renault, que já foi a quinta colocada no ranking de vendas do País, fechou 2005 na oitava posição. Para tentar reverter esse quadro, aposta não só nos novos Mégane, mas também na futura chegada do sedã básico Logan em 2007. Para mais adiante, lá para 2009, será a vez de um utilitário-esportivo compacto, que concorrerá com o bem-sucedido EcoSport da Ford.
• Conceito de futuro I
A Fiat resolveu mostrar que seus modelos europeus mais populares podem andar bem com combustíveis alternativos. E, para isso, exibirá no Salão de Genebra uma versão do Panda movida por hidrogênio. O carrinho foi desenvolvido em parceria com o Ministério do Meio-Ambiente da Itália e conta com três células de combustível armazenadas sob o assoalho do carro. O sistema é complementado por uma espécie de “ventilador”, que fornece ar às células, e por uma unidade de resfriamento, que faz o gerenciamento dos gases reagentes.
• Conceito de futuro II
Nas células de combustível, o hidrogênio reage com o oxigênio. Essa reação gera água e calor e fornece energia elétrica para movimentar o carro - cerca de 60 KW, o equivalente a quase 82 cv de potência máxima. Ao mesmo tempo, surge outra enorme vantagem dessa tecnologia: o nível de emissões de poluentes é zero. Com todo esse conjunto, o Panda Hydrogen acelera da inércia aos 100 km/h em excelentes 5 segundos, alcança a velocidade máxima de 130 km/h e tem uma autononomia urbana de 200 km. A Fiat, porém, diz que a tecnologia não deverá ser comercialmente viável antes de uns 15 anos.
• Coquetel ianque I
O combustível derivado da cana, autêntica “invenção” brasileira, está mesmo dando o que falar nos Estados Unidos. Depois de empresas como a Microsoft e o Yahoo! anunciarem a intenção de investir nas tecnologias de produção e venda de álcool combustível, agora é a vez da Ford e da General Motors mostrarem forte interesse pelo assunto - as duas montadoras querem que o álcool seja mais vendido na terra do Tio Sam.
• Coquetel ianque II
Para isso, a Ford firmou uma parceria com a produtora de álcool VeraSun Energy Corporation para aumentar em 30% o número de postos de combustível que vendem o E85, combustível composto por 15% gasolina e 85% álcool, nos estados de Missouri e Illinois. Já a GM se uniu à própria VeraSun e à Shell Oil Products para viabilizar a construção de 26 postos que vendam o E85 em Chicago. Apesar de todos esses planos, a expansão do álcool não será fácil por lá, já que atualmente apenas 500 dos mais de 180 mil postos de combustível americanos comercializam o produto.
• Em marcha lenta I
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), fechou o balanço do primeiro mês do ano. E os números foram sintomáticos dessa típica época mais desaquecida da indústria gerada pelos períodos de férias coletivas e festas de final de ano. O País produziu, em janeiro, 183.443 veículos, volume 5,7% inferior às 194.562 unidades de dezembro, mas 18,2% maior que as 155.176 unidades de janeiro de 2005.
• Em marcha lenta II
Já as vendas internas alcançaram 125.924 unidades, volume 26,9% menor que as 172.303 unidades do último mês do ano passado e 22% menor que as 160.888 vendas de janeiro de 2005. As exportações, por sua vez, chegaram a 42.974 unidades, 31,2% a menos que as 62.437 unidades enviadas para fora em dezembro e pouco abaixo das 43.724 unidades de janeiro do ano passado.
• Em marcha lenta III
No “ranking” brasileiro dos veículos e passeio, o Volkswagen Gol manteve-se como o carro de passeio mais vendido, com 15.298 unidades entregues, à frente do segundo colocado, o Chevrolet Celta, que anotou 9.046 vendas. Seguiram-se os Fiat Uno Mille e Palio, Chevrolet Corsa sedã, Volkswagen Fox e Ford Fiesta. Já entre os comerciais leves e utilitários-esportivos o EcoSport manteve-se no topo da lista, com 3.402 vendas, seguido por Fiat Strada, Chevrolet S10, Volkswagen Kombi e Saveiro e Mitsubishi L200.