A perfumaria é uma das áreas de produção que utiliza o maior número de matérias-primas. Desde óleos essenciais - extraídos de fontes vegetais como flores, folhas, raízes e ervas - ou sintéticos, elas permitem um número infinito de combinações.
Quem ganha, é claro, é o mercado, que encontra à disposição muitas opções de fragrâncias. A maioria delas pode ser agrupada em famílias olfativas, entre elas, florais, cítricas, orientais e amadeirados. Confira algumas das matérias-primas mais utilizadas:
Florais: Congregam a maior concentração de perfumes femininos. Contêm óleos essenciais de flores, como jasmim, rosa, flor de laranjeira e Ylang-Ylang. São perfumes românticos e delicados, entre eles Chanel n.º 5 e Lolou, da Cacharel.
Orientais: Perfumes fortes, que lembram bálsamos e podem conter um toque de baunilha, âmbar e almíscar, como Poison, Dior; Shalimar, Guerlain.
Amadeirados: Realçam um toque de madeira. Podem ser combinados com notas cítricas, musgos ou patchoulli, a exemplo de Dolce Vitta, de Dior.
Chipres: Resultam de combinações sofisticadas, como bergamota, flores (jasmim, rosa ou Ylang-Ylang) e notas quentes de musgo e âmbar. São quentes e sensuais, como Paloma Picasso; Diorama, de Dior.
Cítricos: Notas derivam de cascas de frutas cítricas como limão, tangerina, mandarina laranja e bergamota. Indicados para águas de colônias. São consideradas leves e refrescantes, porém, não duram muito tempo na pele.
Notas verdes: A fragrância inicial traduz aroma de folhagens. Perfumes são frescos e combinam como o clima tropical.
Lavandas: Conhecida internacionalmente como família olfativa masculina, no Brasil também é apreciada pelas mulheres. Cai bem com o clima tropical pelo toque de leveza e frescor.
Com Redação