Para o presidente da Emdurb, Renato Purini, a nota atribuída pela Cetesb ao aterro sanitário de Bauru neste ano não reflete a atual situação. “Ela é injusta do ponto de vista atual. Durante todo o segundo semestre de 2005, o trabalho foi normal. O aterro foi operado e coberto normalmente”, assegura o diretor, referindo-se às multas impostas pelo órgão ambiental.
Segundo Purini, os problemas enfrentados pelo aterro no início do ano passado podem ter sido determinantes para a queda da avaliação. “Quando assumimos, o aterro não era coberto havia três meses. Para cobrir tudo, trabalhamos quatro meses”, explica. O diretor também aponta os problemas com maquinários, como as dificuldades que tiveram de superar no início de 2005.
Sobre os galhos que estavam sendo queimados, Purini explica que a máquina responsável por triturá-los não atende a atual demanda da Emdurb. “Já autorizei uma licitação para adquirir uma máquina maior para triturar os galhos que são levados ao aterro”, conta.