Auto Mercado

Notas 2


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• Turismo rápido I

A BMW começa a vender, na Europa, seu mais novo modelo de motocicleta. Trata-se da elegante K 1.200 GT, uma legítima esportiva-turismo. A moto é completamente carenada e nada de sua parte mecânica fica à mostra. O banco é largo com seções bem definidas para piloto e garupa e, como é tradicional nas motos do segmento turismo vendidas na Europa, traz bagageiros laterais em fibra de vidro. Na frente, sobressai um conjunto ótico de aspecto conservador – mas nem por isso defasado –, algo pouco comum nos últimos lançamentos da marca, que têm o arrojo visual como característica marcante. Logo acima, claro, surge um protocolar pára-brisa.

• Turismo rápido II

No meio do quadro, escondidinho, a K 1.200 GT tem um motor de quatro cilindros em linha com exatas 1.157 cilindradas, que gera 152 cv de potência máxima. Com ele, a moto supera os 200 km/h de velocidade máxima e acelera da inércia aos 100 km/h em exíguos 3,1 segundos - índice digno de uma superesportiva. A moto deve chegar ao mercado brasileiro ainda neste ano.

• Negócios à vista I

A China está invadindo o mundo e parece que nem mesmo o Brasil escapa dessa. Fortes rumores dão conta de que a montadora chinesa Lifan Automotive estaria interessada em comprar a Tritec Motors, fábrica de motores instalada no Brasil que é uma desconfortável joint-venture entre a Daimler-Chrysler e a BMW. Se vier a acontecer, porém, é quase certo que a Lifan transfira toda a produção da Tritec, que atualmente acontece na cidade de Campo Largo, no Paraná, para a sede mundial, em Chongqing, na China.

• Negócios à vista II

A Tritec Motors foi fruto de investimentos de cerca de US$ 500 milhões e produz, atualmente, em torno de 400 mil motores a gasolina por ano, de 1.4 e 1.6 litro. Essa produção atende vários clientes de diversos países, mas principalmente aos modelos da Mini, marca controlada pela própria BMW, e PT Cruiser, da Chrysler. Enquanto a Tritec não muda de mãos, fecha negócios com os próprios chineses: vai fornecer motores para a Chery, uma das maiores montadoras chinesas de automóveis.

• “Moda” aventureira I

Realmente não é só no mercado brasileiro que os automóveis de passeio “vestidos” para parecer “crossovers” estão na moda. A Volkswagen vai investir pesado na linha de modelos “cross” na Europa nos próximos três anos. Hoje, já existe por lá o Cross Polo. Mas, nesse prazo, deverão aparecer versões Cross para os modelos Golf, Touran e Fox - este, o próprio CrossFox brasileiro.

• “Moda” aventureira II

Segundo a Volkswagen, os motivos para essa medida são práticos e extremamente simples. Primeiro, trata-se de uma maneira de aumentar a linha sem arcar com grandes despesas de produção. Outra justificativa é manter os carros da empresa dentro das tendências do mercado. Enquanto isso, a Volkswagen brasileira começou a exportar o CrossFox para alguns países latino-americanos, como Argentina, México, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela.

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