• Acúmulo de funções
Na festa de entrega do troféu de Campeão do Interior ao Noroeste e lançamento do selo comemorativo da melhor campanha da história do clube bauruense, ontem à noite, na Fazendinha JC, o vereador José Carlos Batata (PT) cumpriu duas funções: uma profissional e outra caseira. Representou o Legislativo e, com uma filmadora em punho, colheu muitas imagens, tanto para a campanha de Estela Almagro quanto para o álbum de seu filho Vitor, que é craque da escolinha do Norusca.
• PMDB apóia Itamar
Pelo jeito o PMDB de Bauru não quer nem saber de Anthony Garotinho como candidato a presidente da República. Segundo o presidente do partido, Alex Gasparini, o PMDB local deve apoiar a candidatura de Itamar Franco na convenção da legenda, em junho. Vale lembrar que o diretório municipal do PMDB seguiu orientação do diretório estadual e apoiou o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, na consulta vencida por Garotinho.
• Briga de gente grande
Mas a energia local peemedebista, como em todo o País, só terá efeito se, antes disso, ao caciques governistas deixarem que, desta vez, o partido não seja de novo coligado ao PT para ajudar Lula a permanecer no cargo. É uma eterna luta de foice entre duas alas poderosas dentro de um partido que ajuda a decidir uma eleição nacional.
• PSTU vai de Heloísa
O advogado Sandro Fernandes disse que o PSTU de Bauru não deve lançar candidato a deputado nas eleições de outubro. A tendência dentro da legenda é que seja apoiado algum candidato de fora da cidade. A preocupação do partido, no entanto, é formar uma chapa de esquerda em nível nacional para a eleição a presidente. Segundo ele, o PSTU está acertando a coligação com o PSOL, que tem como pré-candidata à Presidência a senadora Heloísa Helena.
• Veto fora da pauta
O veto do prefeito Tuga Angerami (PDT) ao projeto que cria o programa de alimentação dos servidores (Pas) não está na pauta da sessão de segunda-feira da Câmara Municipal. O prefeito vetou o projeto depois que os vereadores aprovaram emenda aumentando o teto salarial para quem terá direito ao programa, de R$ 519,00 para R$ 750,00. A oposição garante que o veto será derrubado porque o ideal seria que o teto fosse de R$ 1.100,00.
• “Homem que diz não”
Esta é a palavra de ordem mais repetida por servidores grevistas contra o chefe de Gabinete do prefeito, Paulo Sérgio Canalli, nos protestos por melhores salários. Para as sindicalistas, Canalli não enverga nem um centímetro a espinha na hora de negociar e ainda bate boca firme com a entidade. Para o prefeito, Canalli tem sido o “homem que diz não”.
• Onda de desfalques
O time da Câmara no torneio de 1º de Maio só tem acumulado notícias ruins nos últimos dias. Depois de perder Benedito Silva, Salvador Afonso e Paulo Eduardo Martins, todos com vetados por médicos, com problemas no joelho, costelas e fêmur, agora vem a informação de que Primo Mangialardo também não poderá estreiar no campeonato. Ele foi submetido a uma cirurgia anteontem, estará na sessão de segunda-feira, mas não poderá jogar.