Bairros

Professora faz BO por poda drástica de árvore

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 1 min

Uma poda em uma árvore, que teria sido executada de maneira clandestina, no último domingo, na quadra 34 da rua Antônio Alves, revoltou a professora Camila Joaquim Carneiro. Proprietária de uma clínica no local, Carneiro ressalta que o corte não foi feito por ela e, para precaver-se de um eventual processo por crime ambiental, registrou Boletim de Ocorrência (BO) na polícia.

“Era uma árvore grande e frondosa que já existia há muito tempo em frente ao meu estabelecimento. Além de terem podado drasticamente, ainda deixaram os galhos espalhados em frente à clínica e quebraram um holofote”, protestou a professora.

Carneiro entrou em contato com a prefeitura e a unidade bauruense da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) a fim de saber se um dos dois órgãos teriam sido os responsáveis pela poda da árvore. “Integrantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) foram ao local e concluíram que, além de não terem responsabilidade alguma pelo ato, a poda foi feita utilizando facão", disse a professora.

A CPFL informou à professora que faz poda em casos de absoluta necessidade, como quando os galhos estiverem representando ameaça ao fornecimento de energia. A assessoria da CPFL informou que um técnico da companhia dirigiu-se ontem ao local e constatou que a poda não foi realizada por funcionários da empresa.

Já o titular da Semma, Carlos Barbieri, destacou que as podas em árvores podem até ser feitas pela população, mas nunca sem conhecimento técnico e, principalmente, de maneira drástica sob pena de multa de R$ 500,00.

Comentários

Comentários