Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Lixo sem limitações

O simples fato de o presidente do PSDB de Bauru, Caio Coube, ter dito que foi procurado pela empreiteira Marquise – que teria doado até R$ 400 mil não contabilizados para a campanha do prefeito Tuga Angerami - em 2004, quando era candidato a prefeito, gerou mal-estar entre os vereadores tucanos. Para o vereador João Parreira de Miranda (PSDB), apesar de ter afirmado que não quis negociar com a empresa, Caio precisa esclarecer melhor a questão, para que não fiquem dúvidas no ar.

• Silêncio sepulcral

Após as declarações de Parreira, pedindo publicamente a saída de Renato Purini da presidência da Emdurb, a atitude do vice-prefeito foi ficar em silêncio. O JC tentou entrar em contato com Purini diversas vezes, sem sucesso. Nem através da assessoria de imprensa foi possível arrancar um comentário do presidente da Emdurb. Quem cala consente? Purini deveria ao menos dizer se concorda ou não com o pedido de Parreira, que deseja vê-lo fora da Emdurb.

• “No PP não tem?”

Ainda a sessão de segunda-feira. O assunto caixa dois acirrou os ânimos na Câmara. O vereador Paulo Madureira (PP) e a vereadora Majô Jandreice (PC do B) protagonizaram uma discussão sobre o assunto. Madureira afirmou que em seu partido não tinha caixa dois, e que isso era coisa da turma de Brasília, referindo-se ao PT e seus aliados. Majô, cujo partido é aliado histórico do PT, não gostou do comentário e começou a questionar Madureira em tom irônico: “No PP não tem caixa dois mesmo?”.

• Vamos deixar disso

Quem tentou colocar um ponto final na discussão entre Majô e Madureira foi Rodrigo Agostinho (PMDB), que pediu aos dois colegas para mudarem de assunto. Como resposta, Madureira disparou: “Não tem que mudar de assunto, tem que falar”. Depois, alguém gritou na platéia que o PP tem Paulo Maluf candidato. Madureira preferiu não falar mais nada.

• Acordo reclamado

A diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Bauru (Sinserm) está revoltada com a Secretaria Municipal de Educação. Segundo a diretora Idelma Corral, a Secretaria não está cumprindo o acordo com o sindicato, firmado na época da greve dos servidores. Ao contrário do que consta na ata, que seriam repostos dez dias no decorrer do ano, a Secretaria distribuiu circular dizendo que os servidores das Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e Escolas Municipais de Educação Infantil Integrada (Emeiis) terão de repor 15 dias.

• Desmentido do Sinserm

O Sinserm marcou reunião com os servidores de Emeis e Emeiis para hoje, às 17h30. A preocupação dos sindicalistas é que na circular consta que a reposição de 15 dias foi acordada com o sindicato. Diante disso, querem desmentir a informação para os servidores. Surge aí nova pendenga entre sindicato e prefeitura. O desfecho da greve da categoria não foi bem digerido até hoje.

• Campanha do prefeito

O vereador Antônio Faria Neto (PDT) disse que, ao contrário do que foi publicado pela coluna na edição de ontem, a doação de R$ 30 mil que o empresário Renato Bacelar disse ter feito não foi para sua campanha, mas para a campanha do prefeito Tuga Angerami.

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