Polícia

Grupo planejava ataque a órgãos públicos e agentes

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 1 min

A prisão de nove pessoas na madrugada de anteontem pela Polícia Civil, em Panorama e Adamantina, pode ter evitado ataques planejados contra vários órgãos públicos e agentes da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. O presídio abrigaria lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que teria ordenado novos ataques. Segundo os policiais civis que investigam o caso, o alvo seriam autoridades de Presidente Venceslau.

Um grupo formado por sete homens e duas mulheres foi detido por suspeita de estar prestes a executar, neste final de semana, os atentados. Um dos ataques, conforme a polícia, seria feito anteontem à noite.

Segundo apurou o JC, há algumas semanas a Polícia Civil vinha rastreando conversas telefônicas entre criminosos que apontavam para um plano de ataque.

As prisões foram efetuadas anteontem em Adamantina e Panorama, município paulista próximo à divisa com Mato Groso do Sul. Com os detidos, a Polícia Civil apreendeu uma submetralhadora, três granadas, dois fuzis e um colete à prova de bala.

Dois carros foram apreendidos, sendo que um era um Pálio de cor branca, placas AHT 3167, de Bauru, e um Corsa com placas de Presidente Venceslau.

Com o grupo não foram encontrados mapas ou relação de nomes das possíveis vítimas. Porém, foi confirmado que um dos ataques seria contra carcereiros da P2 de Presidente Venceslau. Supostamente, um dos presos seria um homem de Bauru que teria ligações com o PCC. O grupo de nove pessoas foi encaminhado, inicialmente, para Dracena. Posteriormente, os sete homens foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá.

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