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Pesquisadores gastaram US$ 200 no sistema

Lucien Luiz
| Tempo de leitura: 1 min

O armazenador de calor ainda não está disponível no mercado, mas para os pesquisadores da Unesp o sistema custou US$ 200, segundo calculou Paulo Henrique Ferraz do Amaral Filho, engenheiro mecânico que participou da pesquisa. Ele acredita que o preço possa ficar mais acessível caso o aparelho seja produzido em escala comercial. “Será uma questão de tempo para que a pesquisa chegue à produção industrial”, acrescenta.

Para o professor Vicente Luiz Scalon, que também coordenou a pesquisa, o acesso ao aparelho não deve ser imediato, já que as residências não estão adequadas ao sistema por conta do espaço físico. Segundo ele, o maior empecilho está na infra-estrutura. Para aproveitar a água quente gerada pelo armazenador de calor, Scalon ressalta que é necessária uma infra-estrutura que permita canalizar a água do reservatório para a torneira.

Para isso, seria preciso de uma tubulação específica e de um sistema de bombeamento, já que o volume de água do tanque não tem pressão suficiente para se deslocar até a torneira. O professor afirma que o projeto tem de ser ajustado à indústria e à residência.

“Um dos principais empecilhos para o desenvolvimento desse sistema é a estrutura que já está pronta na casa. A residência teria de ser concebida para utilizar um dispositivo desse tipo. O interesse imediato não seria tão grande pelas dificuldades de implementar”, acredita o professor.

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