Esportes

Comissão faz ressurgir geração do tetra

Folhapress
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Rio de Janeiro - Garra, obediência tática, determinação e orgulho de vestir a camisa do Brasil. No passado recente do futebol nacional, nenhuma geração de jogadores foi tão associada a tais características quanto a que conquistou o tetracampeonato mundial, na Copa dos Estados Unidos, em 1994.

Doze anos depois, com Dunga no posto de treinador e Jorginho a seu lado como coordenador técnico, a Seleção busca se renovar para o futuro, mas aposta também no passado de superação e vitórias de ambos os ex-atletas.

Tal qual o novo técnico, Jorginho passou pela experiência de perder um Mundial -era titular em 1990, na Itália. Quatro anos depois, participou da campanha vitoriosa que encerrou o jejum de 24 anos sem conquistas do país em Copas. A indicação de Jorginho ratifica a opção da CBF pela geração do tetracampeonato como exemplo a ser seguido de agora em diante.

Um dos mais ativos militantes dos Atletas de Cristo, Jorginho foi um dos pilares do grupo campeão nos Estados Unidos. Na concentração, reunia os colegas para orações e era conhecido por aconselhar e orientar os mais jovens durante o torneio.

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