São Paulo - Integrante do Conselho Estadual dos Direitos Humanos do Espírito Santo, Isabel Borges da Silva é alvo numa investigação da Polícia Civil por contatos que supostamente manteve por celular com presos da Casa de Custódia de Viana (39 quilômetros da Capital), suspeitos de ordenar ações criminosas de dentro da unidade prisional.
O nome dela surgiu após interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça nas investigações sobre os responsáveis e motivações para a onda de incêndio a ônibus na região metropolitana de Vitória. Desde o início do ano, 19 veículos sofreram atentados. A reportagem não conseguiu contato ontem com o advogado de Isabel, Jorge Luís da Silva. Ela também não foi localizada por telefone. Em entrevista a uma emissora de TV, a conselheira negou que tenha dado instruções a presos.