Esportes

A luta de sempre nas competições nacionais

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 2 min

Desde a sua primeira conquista no futebol profissional, em 1953, quando sagrou-se campeão paulista da Segunda Divisão, o Noroeste alterna felizes e infelizes jornadas em fases decisivas de torneios nacionais. No Campeonato Brasileiro de 1978, o Noroeste foi relativamente bem, ao terminar em 27º lugar na classificação geral.

Afinal, participram 96 clubes. Naquele época não havia ranking - critério era o convite, com os grandes clubes do País sendo cadeiras cativas. O Noroeste foi o primeiro colocado de duas fases, uma delas da repescagem e fez bonito contra os grandes de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 1991, no Brasileiro da Série B, o clube vermelho e branco, fundado dia 1 de setembro de 1910, tinha tudo para ser promovido ao grupo de elite. Nas semifinais, empatou com o Guarani por 1 a 1, em Campinas, e só precisava de novo empate, sem gols, no jogo de volta, mas acabou derrotado por 2 a 0, em Bauru. O Guarani subiu junto com o Paysandu.

No ano seguinte a história se repetiu, com o Norusca caindo na reta final. Na última rodada da Série B, era só empatar em casa com o União São João, numa quarta-feira à noite, para disputar a Primeira Divisão em 1993. No entanto, o time de Araras, liderado por Éder Aleixo - ex-Seleção, Copa do Mundo de 82 - ganhou de 2 a 0 e silenciou o Estádio Alfredo de Castilho. O União foi promovido.

Seis anos depois, o Noroeste voltou a disputar um Brasileiro, desta vez pela Série C, com uma equipe modesta, em 1998. Também nadou e morreu na praia, ao ser eliminado pelo Brasil-RS nas quartas-de-final. Empatou por 1 a 1 em Pelotas e 3 a 3 em Bauru.

Oito anos depois, o Noroeste voltou às competições nacionais. Foi eliminado pelo XV de Campo Bom na primeira fase da Copa do Brasil, e hoje, tenta avançar para a segunda fase do Brasileiro da Série C.

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