São Paulo - A F-1 sobreviverá sem o seu heptacampeão, o piloto alemão Michael Schumacher, da Ferrari, que pode anunciar sua aposentadoria no final desta temporada. Quem assegura isto é o britânico Bernie Ecclestone, homem-forte da categoria.
“A F-1 tem sobrevivido desde 1950. Assim, penso que ela é mais importante que apenas um piloto. Ayrton (Senna), por exemplo, era mais popular que Michael”, disse o dirigente em entrevista ao diário alemão “Tagblatt”’, lembrando que a categoria continuou forte mesmo após a morte do piloto brasileiro, em 1994.
Para Ecclestone, os fãs da categoria estão mais interessados no equilíbrio entre os carros, o que garante disputas emocionantes, que nos pilotos, e isto explicaria a longevidade da F-1. “O que os fãs desejam são corridas cada vez mais emocionantes. Por isto, devemos seguir trabalhando”, completou.