• Campanha salarial
O Sindicato dos Servidores Municipais de Bauru (Sinserm) se reúne hoje com a comissão de greve, formada em abril, quando os funcionários da prefeitura paralisaram suas atividades por 24 dias. O objetivo é discutir as próximas ações, visando obter reposição salarial aos servidores. Em abril, Sinserm e administração acordaram que retomariam as negociações em agosto, para saber se seria possível conceder um aumento maior do que os 5,03% oferecidos aos trabalhadores na ocasião.
• Discussões práticas
Mas, sem rodeios, fica claro que é utopia imaginar espaço para negociação de índice econômico neste etapa. A verdade é que o mês de agosto pode servir para intensificação de discussões sobre condições de trabalho, reforma em legislação, mas salário mesmo só retorna à pauta em 2007. Afinal, por que as partes não aproveitam para discutir o enxugamento da máquina e a reforma administrativa?
• Incerteza eleitoral
A situação dos três candidatos a deputado federal de Bauru que tiveram o registro de candidatura negado continua indefinida. Esperava-se que o TSE julgasse os recursos rapidamente, mas devido ao grande número de processos, Carlos Sandrin (PT do B), Dudu Ranieri (PFL) e Rubens de Souza (PSB) podem ter que esperar um pouco mais.
• Troféu “porquinho”
Esta coluna já se manifestou a respeito dos panfletos distribuídos pelos cabos eleitorais ou pelos próprios candidatos e para que as pessoas não joguem os papéis nas ruas. Mas a julgar pela quantidade de panfletos jogados em uma rua no Jardim Higienópolis, muitos continuam tratando eleição como lixo.
• Comitê verde
O candidato a deputado estadual Luiz Carlos Valle (PV) inaugura seu comitê nesta sexta-feira, 1 de setembro, às 19h, na rua Cussy Júnior, esquina com Agenor Meira. O candidato deve centralizar sua campanha em Bauru neste último mês, para que a população saiba que ele é candidato. De acordo com Valle, a candidatura já está consolidada na região e em outras cidades do Estado, por isso a estratégia de deixar Bauru para o final da campanha. Tomara que dê tempo, porque faltam poucas semanas.
• Não entendeu
O vereador Rodrigo Agostinho (PMDB) não entendeu porque os colegas de Câmara adiaram o projeto que altera a composição do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente. Segundo ele, o projeto apenas acrescenta vagas no conselho para representantes da Fiesp e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Agostinho ainda alfinetou: “Eles pensam que é o conselho que decide sobre novos loteamentos, por isso querem esperar o Plano Diretor”.
• Plano Diretor
A administração municipal informa que o Jurídico continua avaliando cada um dos artigos da proposta de revisão do Plano Diretor. A análise é para evitar que propostas ilegais integrem o documento final. Enquanto isso, vereadores que reclamam da demora no envio do projeto pelo Executivo já estão com articulação em fase adiantada com segmentos corporativos, a quem algumas mudanças não interessam.
• Cisternas
O vereador Benedito da Silva (PSDB) apresentou projeto que obriga a instalação de cisternas em grandes construções da cidade, com o objetivo de captar água da chuva e promover economia. Benê aproveitou o embalo da discussão sobre a preservação dos recursos hídricos, iniciada pelo colega João Parreira (PSDB), que já apresentou projeto semelhante, mas retirou porque a consultoria jurídica considerou ilegal.