• Balão de ensaio
Alguns políticos de Bauru já estão especulando sobre possíveis candidaturas a prefeito em 2008, isso porque a campanha de 2006 ainda nem acabou. No entanto, alguns nomes já saem aqui e acolá. Nos bastidores políticos, os nomes mais ouvidos são de Marcelo Borges (PSDB), Caio Coube (PSDB), José Clemente Rezende (PDT) e até Rodrigo Agostinho (PMDB). Nas Cerejeiras, há quem aposte em Edmundo Albuquerque, ex-vereador e secretário de Finanças.
• ‘Pavimentará’
Tuga Angerami tem comentado, em conversas informais, que não vai disputar a próxima eleição, mas deixa claro que vai pavimentar o terreno para tentar fazer seu sucessor. O prefeito deixa claro que não entra na disputa, mas que não abre mão de influenciar no processo.
• Nem tão cedo
Para alguns vereadores, é cedo para falar na eleição municipal, mas se for levado em consideração a lei eleitoral, que obriga os candidatos a estarem filiados a pelo menos um ano antes do pleito, a distância diminui, já que em outubro de 2007 as filiações partidárias devem estar consolidadas. Vale lembrar que Tuga prometeu ficar sem partido até o final de seu mandato, o que colocaria fim à especulação sobre sua eventual reeleição.
• Juventude ativa
O Grupo Jovem Socialista decidiu montar um comitê de apoio às candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a presidente, Roque Ferreira (PT) a deputado estadual e Soninha Francine (PT) a deputada federal. O comitê fica na rua Quintino Bocaiúva 7-60. Segundo Marcos Rezende, um dos integrantes do grupo, a intenção é colaborar com esses candidatos que, segundo ele, contribuem muito com os jovens em seu trabalho.
• No Orçamento
A Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa deu parecer favorável às emendas sugeridas na audiência pública realizada em maio, em Bauru. As metas estabelecidas deverão gerar recursos destinados à ampliação do tratamento de esgoto, expansão do ensino público técnico, restauração e melhorias de rodovias, obras e instalações de unidades da polícia técnico-científica, articulação e consórcios de municípios e financiamento de projetos de desenvolvimento regional.
• Bauru adiantada
A Câmara dos Deputados aprovou ontem, em primeiro turno, o fim do voto secreto para todos os assuntos. Em Bauru, o Legislativo já adota a prática há anos, desde meados de 1998, quando a crise política no governo Izzo gerou processos de cassação e os parlamentares foram ao microfone aberto anunciar seu veredicto. Apenas para a escolha da presidência da Casa é que o voto continua secreto em Bauru. Poderia cair também.
• Verba indecente
Um colaborador do JC indagou sobre emenda constitucional que instituiu, em fevereiro, o fim do pagamento de verba indenizatória no Congresso quando os parlamentares forem convocados para sessões extras. A emenda, entretanto, não se aplica aos municípios e não se confunde com o pagamento de jetom em sessões extras. É que os deputados recebiam, além do jetom, reembolso das despesas para o deslocamento em sessões extras e um salário adicional em convocações em recesso. Os vereadores não recebem essas verbas de representação aqui.