• Prefeitura rebate
A assessoria de imprensa da Prefeitura de Bauru enviou nota sobre o projeto que altera a lei da CIP (Contribuição para Iluminação Pública). Desta vez para rebater o requerimento, enviado à Câmara Municipal por dois advogados (Rodrigo Garms e Paulo Freitas), solicitando a rejeição do projeto, por considerarem ilegal e inconstitucional. A prefeitura classificou a atitude de oportunista.
• Espada de Kobayashi
A discussão em torno desse projeto, que muda a forma de pagamento da CIP e isenta da taxa domicílios que não possuem iluminação pública em frente, pode voltar ao zero. Pelo simples fato de a matéria estar nas mãos do consultor jurídico da Câmara, Nestor Kobayashi, conhecido por considerar ilegais vários projetos do Poder Executivo, inclusive alguns baseados em leis federais ou decisões do Tribunal de Justiça, como é o caso da lei da CIP.
• Nova dor de cabeça
O fato é que os vereadores terão uma bela dor de cabeça pela frente, pois o projeto, ao mesmo tempo que isenta alguns cidadãos de pagar a taxa, aumenta o valor para outros, conforme mostrou o JC na semana passada, uma vez que a conta municipal de luz será rateada por igual. Como o assunto é polêmico, é bem capaz de os parlamentares arrumarem uma maneira de empurrar a responsabilidade de volta para o Executivo.
• 2008 após outubro
Para a presidente do PT de Bauru, Estela Almagro, a campanha para a eleição municipal de 2008 começa no dia 30 de outubro, um dia depois do segundo turno da eleição presidencial. Segundo ela, a partir do dia 29 os quadros municipais já começam a se definir visando a sucessão de Tuga Angerami.
• Discussão prematura
Do outro lado do muro, o presidente do PSDB, Caio Coube, afirmou que a discussão sobre sucessão municipal é prematura, já que há vários arranjos que precisam ser feitos. Ele lembrou que a cláusula de barreira vai empurrar a discussão para o segundo semestre do ano que vem, já que no primeiro haverá a acomodação partidária.
• Futuro indefinido
Por falar em Caio Coube, o tucano afirma que ainda não sabe se voltará a ser candidato a algum cargo eletivo. Satisfeito com o andamento dos negócios na área de moda praia, Coube ressaltou que vai continuar fazendo política, mas a participação em eleições é incerta e depende de muitos fatores. Seria um sinal?
• Avenida pela frente
Quem deve ficar satisfeito com a possibilidade, ainda que incipiente, de Caio Coube desistir de disputar futuras eleições é o vereador Marcelo Borges (PSDB). Candidato a candidato ao Poder Executivo em 2008, Borges se livraria de seu atual concorrente, caso o presidente do PSDB realmente se afaste das disputas eleitorais.
• Sem nada agendado
O prefeito Tuga Angerami (sem partido) informa que não recebeu nenhuma ligação da reitoria da Unimar pedindo reunião para a última terça-feira. O prefeito se colocou à disposição da universidade para discutir o assunto, mas tanto a Unimar quanto o Gabinete dizem que a audiência não foi marcada. Tuga pede que os intermediários do pleito pela faculdade não falem em seu nome.