Saúde

Tratamentos

Cristiane Goto
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Como existem várias causas e tipos de labirintopatias, não dá para definir qual é o tratamento mais indicado. Tudo depende de cada caso, mas uma das alternativas que pode ajudar na maioria das patologias do labirinto é a reabilitação vestibular, explica a otorrinolaringolista Márcia Betting. O programa consiste em métodos padronizados que buscam melhorar a reação do organismo por meio de exercícios realizados na clínica, em casa e com fonoaudiólogos.

Outra forma de combater e também de prevenir a doença, aponta ela, é adotar um estilo de vida saudável, baseado em alimentação equilibrada, atividades físicas e controle do corpo e da mente.

Estes cuidados são seguidos à risca pelo aposentado Elísio Lopes Dias, 74 anos, que teve uma crise de labirintopatia há aproximadamente 4 meses. “Um dia levantei cedo, fui ao banheiro e senti uma tontura muito forte e desequilíbrio. Na hora, procurei o médico”, lembra. Atualmente, conta, não tem esses sintomas e para prevenir outras manifestações da patologia mudou alguns hábitos alimentares. “Diminuí muito a quantidade de café e chá-preto. E quando está muito quente, evito sair”, afirma.

A aposentada Angela de Oliveira Borges, 75 anos, conta que já teve crises agudas de labirintite e muitas tontura. “Foi horrível, mas hoje eu tomo remédios e os sintomas estão bem fracos. Ando um pouco desanimada, mas pretendo voltar a fazer ginástica em breve”, diz ela, ressaltando a importância de cuidar da prevenção.

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