Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Nosso federal

Apesar de ressaltar que ainda não tem uma rotina formalizada em Brasília, o deputado José Paulo Toffano (PV-Jaú) já traçou uma programação prévia que servirá de base para sua atuação parlamentar. Uma de suas atividades será prestar atendimento em seu escritório político em Bauru, ainda em fase de instalação. “Às segundas-feiras, quero fazer o atendimento a prefeitos e vereadores nos escritórios de Jaú e Bauru, conforme a necessidade”, disse ontem ao JC.

• Só no futebol

Toffano brinca que a “rivalidade” entre Jaú e Bauru limita-se somente ao futebol. “Ela não passa do XV de Jaú e do Noroeste. Ambas são cidades complementares pela proximidade. Quando falamos de buscar verbas em Brasília, temos de pensar regionalmente. Bauru é uma cidade cujo foco é comercial, enquanto Jaú é industrial, logo são complementares e não concorrentes. Assim, tudo que Bauru precisar no governo federal daremos respaldo”, prometeu.

• Começa bem

O deputado Toffano começa muito bem seu mandato. Não só por, solicitamente, se colocar à disposição de Bauru e microrregião em Brasília, como também por já ter se posicionado com coerência em termos de bancada e de orientação ideológica. Trata-se de um exemplo bem acabado de como “sangue novo” faz bem ao mundo dos detentores de mandato. Que ele mantenha-se implacável em sua missão.

• Sem chances

O prefeito Tuga Angerami (sem partido) deixou claro anteontem que não aceita a proposta do Instituto Primeiro de Agosto para viabilizar a devolução de uma parte da área total de 13 alqueires, nas proximidades do Hospital Estadual (HE). É que o instituto oferece apenas três alqueires e quer ficar com os outros 10. A questão é que o apetite do instituto é completamente incompatível com o programa social que eles querem instalar no local.

• Entenda o caso

A proposta foi feita pelo instituto em audiência de conciliação no Judiciário. A ação é da Prefeitura de Bauru contra o Primeiro de Agosto. A administração, assim como o Ministério Público (MP), quer a extinção da instituição, por esta não cumprir sua missão. A questão é que o instituto quer ficar com 10 alqueires para manter a entidade existindo legalmente. Mas para o programa social pretendido bastaria uma área muito menor.

• Absurdo público

Este caso é mais um entre aqueles de cessões ou ocupação de áreas públicas no município sem consequências. No passado, muitos adquiriram o direito de ocupar glebas enormes para realizar “programas sociais”. Mas o que se vê, em muitos casos, é a finalidade sendo desvirtuada ou migrando para soluções menores ou até extinção.

• Faria escritor

O vereador Faria Neto (PDT) desfilou todo o seu bom humor e habilidade para contar histórias de sua carreira em gravação feita na TV Câmara. No programa, que já foi ao ar, ele contou passagens de sua infância em Avaí e histórias que têm a cara de bons “causos” caipiras, que Faria resolveu reunir em um livro. A publicação contará com a colaboração de Irineu Azevedo Bastos e em breve estará nas livrarias e bancas.

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