Tennis Tomb
Em torneio que está sendo realizado em Avaré, na academia Tennis Tomb, alguns tenistas do Bauru Tênis Clube estiveram participando. Devido às chuvas que caíram em Avaré no final de semana retrasado, algumas provas só terminaram no último final de semana e outras terminarão no próximo final de semana. Algumas categorias já terminaram. Na categoria até 14 anos feminino, Giovvana Ticianelli foi vice-campeã ao perder na final para Ana Lis Magri (Novo Horizonte) por 7/6 e 6/1. Guilherme Oliveira foi o campeão da categoria 13MC, vencendo na semifinal Lucas Gratão por 6/1,4/6(1/7) e na final ao tenista de Itapetininga, Juliano de Mello, também numa partida muito equilibrada por 6/2,5/7 e 6/2. No próximo final de semana, Caio Makhoul ,categoria 14B, e Henrique Boni, categoria 16MB, ambos em semifinal, farão os jogos que lhes faltam.
Guga x Saretta
Muita gente acompanhou pela televisão ou leu alguma coisa sobre a partida entre Gustavo Kuerten contra Flavio Saretta, semana passada no “Brasil Open”. Pode-se perceber a indignação de Saretta em relação ao publico que torcia claramente por Guga.Cantos de “olé, olé, olá, Guga, Guga”, foram constantes na partida e nenhuma musiquinha foi cantada para Saretta. Alguns torcedores cantaram o tradicional “vamos quebrar”, nas horas em que Saretta estava prestes a perder seu saque. Na verdade, o público não estava contra Saretta, e sim a favor daquele que é o maior tenista brasileiro de todos os tempos, tendo sido por três vezes campeão de Roland Garros e chegando ao primeiro lugar do ranking mundial por quase um ano. Mas, nosso herói, devido a muitas horas de treinos e partidas longas e difíceis, teve problemas físicos, mais precisamente no quadril. Com a fortuna que Guga já ganhou em sua carreira, seria muito fácil para ele apenas se retirar dos torneios. Mas não. Guga quer votar a jogar um tênis à um nível competitivo e para isso vem treinando por 7 horas diárias a vários meses. E o Saretta o que tem feito? O Saretta está sentido com o público, mas teve seu momento (tempos atrás) e que não aproveitou, não se sabe porque. Nesta semana, em entrevista ao Sport-Tv, Saretta deixou escapar que faz muito tempo que não acorda cedo. Por que será? Nunca se ouviu falar que o’ fulano’ ou aquele garoto comprou uma roupa ou raquete porque Saretta usa (não tem nada de ídolo). Se Flavio Saretta tivesse perdido aquela partida nem ao menos teria dado entrevista após o jogo pois, os microfones estariam em Guga. Então, o melhor que tem a fazer é colocar essa vitória em seu currículo e no futuro contar aos seus netos, mas com certeza não irá dizer sobre o esforço que seu adversário fazia para poder estar em quadra.
Voltou com tudo
O argentino Guillermo Cañas, 29 anos, venceu no último domingo o Aberto do Brasil ao derrotar na final o espanhol Juan Carlos Ferrero. Cañas, que retornou as competições em setembro (estava suspenso 15 meses por doping), acaba de ganhar seu 6º torneio, desde setembro quando voltou ao circuito no torneio de Belém. Sua ascensão foi incrível no ranking da ATP, subindo em apenas seis meses, da posição de sem-ranking para os 70 melhores atualmente. A diferença entre o argentino e Gustavo Kuerten, que também ficou tempos fora do circuito, é que o argentino não parou de treinar um dia sequer em que ficou sem disputar, quanto ao brasileiro, passou por varias cirurgias e ficou meses sem nem mesmo poder entrar em uma quadra.
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Dica
No revés (backhandd), ambos os pés devem apontar para o corredor, muito embora sem dar um passo, e sim apenas apoiando sobre o pé esquerdo (destros). Se sua posição estiver certa, você estará olhando a bola por cima do ombro. Á medida que o corpo começa a se desenrolar, transfira o peso do corpo para o pé da frente (esquerdo).
Curiosidade I
A melhor participação do Brasil em Jogos Pan-Americanos é a de 1963, realizado em S. Paulo. Foram três medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze. Ronald Barnes, brasileiro (apesar do nome), venceu a simples masculina, Maria Esther Bueno a feminina, Carlos Fernandes (Lelé) e Barnes a dupla masculina, Maria Esther e Mauren Shwartz prata na dupla feminina, Thomaz Koch e Maria Esther prata nas duplas mistas. Koch e Iarte Adam bronze nas duplas masculinas.
Curiosidade II
Mesmo sem jogar desde o Aberto da Austrália, Roger Federer igualou nesta semana o recorde de Jimmy Connors de 160 semanas consecutivas como número um do mundo. Na semana quem vem quebrará o recorde. Porém, o suíço ainda tem um longo caminho pela frente para superar o norte-americano Pete Sampras de 286 semanas, embora sem ser consecutiva. Os jogadores que mais semanas ficaram (consecutivas) como número um do mundo foram: Federer 160, Connors 160, Lendl 157, Sampras 102, Hewitt 75.