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Para redes de farmácias, é difícil ter havido reajuste sem autorização

Gustavo Cândido
| Tempo de leitura: 1 min

Para Álvaro Lima, proprietário da rede de drogarias Droga Rio de Bauru, não há como ter havido um aumento fora dos padrões estipulados pelo governo. “O governo edita um caderno com os preços que pode ser checado em qualquer farmácia e o preço tem que bater até nos centavos”, argumenta.

Lima lembra que os aumentos só podem acontecer nos medicamentos que não são monitorados pelo governo e, por serem livres, variam de preço de acordo com o mercado. “Quem regula o preço desses produtos de livre compra é o consumidor”, diz.

Rui Pagano Junior, proprietário da rede Droga Nova, também rebate a pesquisa. “Os preços estão rigorosamente controlados pelo governo. O aumento só está sendo concedido uma vez por ano”, diz. Pagano admite, porém, a possibilidade de que o governo tenha autorizado algum aumento em caráter especial. “Pode ter acontecido se o laboratório provou ao governo que houve algum problema, de importação, ou algo parecido, que justificasse o reajuste. Mas posso assegurar que, se isso ocorreu, foi de modo isolado. De maneira geral, o aumento no setor não ocorreu”, garante.

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