A preservação da natureza e diminuição do aquecimento global também influenciam o mundo fashion, aponta a consultora e pesquisadora internacional de moda Luciana Parisi. “Estas questões têm se tornado importantes na política da maioria das empresas, não importa o segmento e, com isso, há um enfoque ecológico, tanto nas matérias-primas, quanto para o desenvolvimento de novas alternativas de fibras, como bambu.” Temas ligados a África e safári, além de tecidos como linho, algodão e texturas naturais estão em alta. “O aspecto é rústico, mas tudo é muito confortável”, ressalta. A estamparia remete à natureza: ramos, insetos, borboletas, libélulas, beija-flor são alguns dos ícones.
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Peças-chave
• Vestidos – com muita variedade de modelos, desde o comprimento mini até o longo.
• Batas e túnicas - peças que se confundem com os vestidos.
• Shorts – de vários estilos, desde o balonê ou bloomer, hot paints, short de cintura um pouco mais no lugar e barra virada.
• Coletes – inspirados na onda hippie e com cavas pronunciadas para usar por cima de batas e T-shirts.
• Minissaia.
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Cores
• Amarelo (todas as variações).
• Laranja (coral, gerânio, cenoura).
• Pink (magenta, fúccia, roxo bispo).
• Azul (royal e mais claro).
• Verde (bandeira e maçã).
• Branco, preto, cinza e bege – “coringas” que servem de base para os coloridos.