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Crise aérea na Argentina reflete em vôos nos aeroportos do Brasil

Folhapress
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São Paulo - Os aeroportos enfrentam uma nova série de atrasos ontem. Os problemas são reflexos da neblina que fechou aeroportos do Rio e de Porto Alegre (RS) pela manhã e da crise aérea argentina. Devido a uma greve de funcionários, a Aerolíneas Argentinas-Austral suspendeu todos os vôos domésticos programados para ontem.

No Rio, a neblina fechou o aeroporto internacional Tom Jobim às 6h20. O terminal retomou as operações apenas quatro horas mais tarde - ele foi reaberto para decolagens às 9h35 e para pousos às 10h40. Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), às 12h30, havia 38 pousos e 30 decolagens atrasados em mais de uma hora. No aeroporto Santos Dumont, também no Rio, a situação era normal, ainda às 12h30.

Em Porto Alegre, a neblina fechou o aeroporto Salgado Filho às 5h35. O terminal foi reaberto para decolagens às 6h14 e para pousos às 8h39. Os dados da Infraero indicavam que, às 12h30, havia quatro pousos e oito decolagens atrasados em mais de uma hora.

O aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos (Grande São Paulo), registra diversos atrasos ontem. Lá, porém, os problemas são causados não só pelo fechamento do Tom Jobim e do Salgado Filho mas também pela greve dos funcionários da Aerolíneas Argentinas-Austral, em Buenos Aires (Argentina).

Nos últimos dias, condições meteorológicas também interromperam as operações no aeroporto de Buenos Aires e causaram reflexos no Brasil.

Conforme a Infraero, às 12h30, o aeroporto de Guarulhos tinha nove pousos e 12 decolagens atrasados em mais de uma hora. No aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, um dos mais movimentados do País, havia nove pousos atrasados em mais de uma hora, ainda às 12h30. No aeroporto internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília (DF), os atrasos superiores a uma hora atingiam seis pousos e quatro decolagens às 12h30.

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