Um conceituado jornal carioca, cansado de sempre ter de esperar o texto de um colunista para fechar a edição, decidiu presenteá-lo com uma máquina de fax. E lá foram os funcionários do jornal à casa do jornalista. Instalaram o aparelho e transmitiram as instruções ao novo usuário, pouco afeito a modernidades eletrônicas.
Disseram-lhe que, para fazer um teste, ele deveria enviar uma folha de texto assim que os funcionários retornassem à Redação. Lá chegando, telefonaram para o jornalista e deram o comando:
- Pode mandar o fax.
Segundos depois, chega a folha de texto, sob uivos de comemoração e alívio dos funcionários. Mais alguns segundos chega outro exemplar da mesma folha. E mais outro... E mais outro... entre o sétimo e o oitavo exemplar, conseguiram ligar para o jornalista.
- Ei, pode parar, chega! Porque o senhor está insistindo em mandar a folha?
E o jornalista, perplexo, olhar fixo na máquina.
- Pois é, eu mando, eu mando, mas a folha não vai.
Conta-se também como verídico um diálogo entre duas secretárias quando o fax ainda era novidade.
- Eu não entendo como é que as letrinhas vão pelo fio...
- Ai, sua burra, não são as letrinhas, é a tinta!
Fonte: A casa da mãe Joana.