• Paratodos
O Ka SP, versão criada inicialmente para vendas no Estado de São Paulo, vai deixar de ser provinciano. A Ford decidiu vender o kit de equipamentos do subcompacto em todo o território nacional. Até como forma de dar os derradeiros impulsos ao subcompacto, que vai sair de linha no ano que vem para dar lugar a um novo compacto de entrada da marca.
Com o kit SP na versão GL básica, o Ka conta com vidros e travas elétricas, pára-choques na cor do veículo, cintos de seguranças dianteiros com regulagem de altura, espelhos retrovisores com regulagem manual interna, portas com acabamento em tecido e vidros verdes escurecidos. O preço é de R$ 23.870,00 com motor 1.0.
• Pequena grande família
A General Motors resolveu mostrar disposição no Brasil e na Argentina. A montadora já avisou que planeja uma nova família de veículos compactos no Mercosul. A idéia é investir US$ 500 milhões nas operações nos dois países para produção de veículos que serão comercializados aqui e em outros mercados emergentes. A quantia anunciada também será utilizada em melhorias e atualizações das fábricas de Rosário, na Argentina, e de São Caetano do Sul. O investimento inclui a expansão da área de Desenvolvimento do Produto do Centro Tecnológico da GM, localizado na unidade do ABC paulista, a construção de um novo prédio para a engenharia e a compra de novos equipamentos e melhorias na infra-estrutura.
• Em plena forma
A Honda ri à toa com seu monovolume compacto. O Honda Fit acaba de atingir a marca de 2 milhões de unidades vendidas pelo mundo desde seu lançamento, em 2001, no Japão e na Europa, onde recebe a alcunha de Jazz. No Brasil, o modelo deu as caras em 2003 como o segundo produto da marca no País, feito na planta de Sumaré. Por aqui, o compacto acumula mais de 133 mil veículos comercializados, sendo que no primeiro semestre deste ano foram 15.313 unidades entregues. O Fit é produzido em seis fábricas instaladas no Brasil, duas no Japão, China, Bélgica e Tailândia. O Japão, por sua vez, tem a maior frota do carro: são cerca de 962 mil exemplares, mais que o dobro que em todo o continente europeu, que já adquiriu 417 mil unidades do carro.
• Rapidamente ecológico
Um Dodge Viper SRT-10, equipado com um colossal motor de 1216 cv, movido a etanol, bateu o recorde de velocidade de automóveis de rua, ao alcançar a marca de 355,2 km/h nos arredores do Aeroporto de Oskada, no Estado americano de Michigan. A bordo do modelo estava o empresário Karl Jacob, que faz parte da National Ethanol Vehicle Coalition, entidade que defende a aplicação do combustível biológico em maior escala. Através do novo recorde, Jacob quis mostrar que a potência de um carro não está ligada diretamente a motores poluentes. Para construir o veículo, Jacob recorreu à empresa SVS, sediada em Chicago e especializada em modificar motores com ajuda de programas de computador. O Viper ganhou um biturbo, novo sistema de exaustão e freios de alta performance. Durante a preparação do Viper se constatou que a utilização do etanol era tanto viável ecologicamente quanto em potência de motor.