• Osteoporose 1
A osteoporose, doença associada ao envelhecimento que deixa os ossos fracos e afeta mais de 10 milhões de brasileiros - segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) -, pode ser combatida e minimizada por meio de tratamento permanente. Após diagnosticada a doença, o paciente deve ser medicado a vida toda. Entretanto, se antes isso significava ingestão diária de comprimidos, atualmente já é possível fazer o tratamento em doses semanais. Lançado no final do ano passado, o medicamento Aclasta apresenta avanço ainda maior na redução da periodicidade com que a medicação deve ser tomada. O remédio permite combater a enfermidade com aplicação de uma única injeção por ano. A facilidade de uso tem preço alto: cada dose do remédio chega a custar até R$ 1.750,00. Atualmente, uma caixa com quatro comprimidos do medicamento convencional, suficiente para um mês de tratamento, sai por cerca de R$ 33,00. O paciente gasta, então, R$ 396,00 em um ano.
• Osteoporose 2
A realização de exames periódicos é fundamental, sobretudo pelas mulheres que passaram da menopausa. Entre os homens, a osteoporose é menos comum e se dá, normalmente, após os 70 anos. Fraturas decorrentes da osteoporose, sobretudo as de fêmur e quadril, podem afetar seriamente a vida de idosos, por que não só limitam a mobilidade como podem elevar a incidência de doenças graves, como pneumonia e trombose. A osteoporose é um agravamento da redução natural da massa óssea ao longo da vida. Sua origem está relacionada à dificuldade de absorção do cálcio, por conta da redução das taxas de hormônios e outros fatores, como má alimentação, tabagismo, alcoolismo e pouca exposição ao sol. A prática de exercícios físicos regulares ajuda a reduzir a chance de fraturas. Como a grande maioria dos casos de fratura entre pessoas com osteoporose ocorre em casa -em decorrência de pequenas quedas e tropeções- é recomendável evitar fios elétricos soltos, tapetes e pisos escorregadios.