Lisboa - Uma onda de especulações movimentou esta semana o caso da garota britânica Madeleine McCann, 4 anos, desaparecida no começo de maio no Algarve, sul de Portugal, conforme a polícia voltou a concentrar seus esforços no local do desaparecimento.
Madeleine desapareceu no dia 3 de maio no complexo turístico onde a família dela passava férias, quando dormia com os irmãos gêmeos.
Na edição de ontem, o jornal português “Diário de Notícias” afirmou que a polícia judiciária portuguesa sabe há um mês que a garota foi morta no dia em que desapareceu e já descartou definitivamente a hipótese de seqüestro.
O jornal publicou que cães policiais encontraram vestígios de sangue em uma parede do quarto do hotel ocupado pelos pais de Madeleine. As autoridades e a família se recusaram a confirmar ou desmentir a informação.
Segundo o jornal, as suspeitas sobre os pais de Madeleine aumentaram nos últimos dias, e diz ter informações de que a mãe da menina, quando percebeu o sumiço da filha, voltou ao restaurante onde jantava com o marido e vários amigos gritando: “Eles a levaram!” E que, pouco depois, um turista que estava num quarto ao lado do da família disse ter escutado a mãe gritar: “Falhamos”.
Os pais de Madeleine disseram hoje acreditar que a filha ainda está viva, apesar das últimas notícias divulgadas pela imprensa.